Muito tem se comentado que lá nos EUA ninguém estava preocupado com a Copa essa semana, especialmente porque lá eles estavam muito mais obcecados com as finais do campeonato de basquete. Isso porque lá basquete é muito mais importante que futebol (ou soccer , como eles chamam por lá). E justamente, por coincidência , eu estava maratonando a temporada 2 de A Dona da Bola ( já foi renovada para a terceira ). E ela fala justamente sobre esse mundo do basquete. É uma delícia.

A primeira temporada já tinha sido ótima ( crítica aqui) , mostrando a luta de Isla (Kate Hudson)para dirigir um time de basquete de Los Angeles num ambiente predominantemente masculino. A segunda temporada começa pouco depois de onde a primeira terminou. Ou seja, a volta do irmão depois de passar um tempo numa clínica de reabilitação. E agora Isla enfrenta a pressão de todas as suas decisões sendo alvo de escrutínio para provar que é mais do que uma substituta interina para seu irmão, Cam (Justin Theroux) . Enquanto tenta consolidar sua liderança e lidar com conflitos familiares, Cam atua nos bastidores para retomar o controle do time. E além disso, Isla tem que lidar com um possível futuro casamento.
O que achei?
Só lembrando que a história se baseia nas experiências de Jeannie Buss, que foi a primeira presidente mulher do Los Angeles Lakers. Ela inclusive é uma das produtoras. E mesmo não sendo grande fã de séries de comédia, muito menos sobre esportes, eu me vi completamente conquistada pelo charme de A Dona da Bola. E claro, muito se deve ao carisma e talento de Kate Hudson no papel principal. Ela domina cada cena, e nos momentos em que o roteiro resolve seguir outros personagens, sentimos falta dela.

Além disso, há muitas participações especiais. Ray Romano tem ótimos momentos como o novo técnico do time. Mas não é só ele. Repare nas aparições de Octavia Spencer, Scott Speedman, Nicole Richie, Lisa Rinna, Macaulay Culkin (que na vida real é casado com Brenda Strong, que faz a assistente Ali Lee). E também o irmão de Kate na vida real, Oliver Hudson. Tudo isso ajuda ainda mais a deixar a série mais simpática e interessante.

Ao contrário da temporada passada, Cam agora assume o papel de vilão, aquele que fica fazendo sacanagens nos bastidores. Chet Hanks (Travis), filho de Tom Hanks e Rita Wilson, perde protagonismo, e fica restrito a meia dúzia de cenas. E claro, há diversas piadas cheias de referências. Algumas a gente não entende, ou pelo menos eu que não sei nada de basquete. Mas algumas são sensacionais, inclusive uma ótima de Como Perder um Homem em 10 Dias. Você com certeza vai se divertir com essa história. Em especial com a química das amigas feitas por Kate Hudson e Brenda Strong. Vale ver.









































