Eu gosto de filmes de terror, e tenho alguns sobre múmias que gosto especialmente. A versão dos anos 30, com Boris Karloff (disponível na Looke) é sensacional. Os dois primeiros com Brendan Fraser ( o terceiro é fraquinho) são incríveis. E sinceramente até gosto da versão de Tom Cruise(crítica aqui) tão malhada pela crítica. Com isso, estava entusiasmada para ver uma nova história da Múmia , que tem absolutamente nada a ver com as anteriores . A Maldição da Múmia , da Blumhouse, chegou hoje aos cinemas. E com certeza é um dos filmes mais nojentos que já vi. Também não assusta – não gostei.

Na história, tudo começa no Egito. A filha de um jornalista americano desaparece sem deixar rastros, deixando a família dilacerada e em luto. Eles voltam para o Estados Unidos , mas a vida é triste e incompleta. Até que, oito anos mais tarde, a jovem garota reaparece, dentro de um sarcófago , deixando todos chocados. Mas há algo estranho nela. O problema é que esse encontro aparentemente feliz transforma-se em um pesadelo de proporções gigantescas.
O que achei?
O diretor Lee Cronin é um fã de filmes de terror. Um de seus trabalhos anteriores é A Morte do Demônio 5. Por aí você já pode perceber que ele curte o terror gore (ou seja, explícito, com muito sangue) . Mas, confesso que nunca poderia esperar um filme tão nojento.

O pior é que Maldição da Múmia tem até uma boa ideia, um interessante ponto de partida, reformulando tudo o que você esperaria de um filme de múmia. Mas com exceção do início , até o momento que a menina desaparece, o resto é chato, mal escrito, mal filmado, e principalmente, não assusta. A ideia é mostrar as coisas mais nojentas possíveis. A cena em que “descascam “ a perna da menina é o cúmulo do nojo. Já os atores são fraquinhos, algumas situações são risíveis ( o destino da avó), e os diálogo são de chorar de ruins. Ou seja, #conselhodeamiga, deixe pra lá.










































