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Cinema

Hoje é o dia de comemorar os 50 anos de A Noviça Rebelde!

O Oscar fez aquela bela homenagem. Mas hoje(2) é o dia oficial de comemorar a primeira exibição de A Noviça Rebelde há 50 anos, em Nova York. No Brasil, o filme só estrearia no dia 3 de maio de 1965. Várias outras homenagens, matérias e o lançamento de uma edição especial dos 50 anos em Blu-Ray, que chega hoje ás lojas na Inglaterra,  estão programadas. Um belo reconhecimento para este que se tornou o musical mais bem sucedido  e a terceira maior bilheteria da história (se considerarmos a inflação), de acordo com o site IMDB.

Por aqui está disponível  esta versão com dois discos:

A Noviça Rebelde – Edição Especial – 2 Discos Blu-Ray + Livro Exclusivo

O filme é baseado nas memórias reais de Maria von Trapp e depois virou musical da Broadway, de enorme sucesso. Em 1965, a Fox, que ainda estava pagando as contas do fracasso de Cleópatra, com Elizabeth Taylor, resolveu investir 1 milhão de dólares pelos direitos para transformá-lo em filme. O engraçado é que ninguém acreditava muito no seu sucesso. O diretor Robert Wise o recusou três vezes antes de assumir o trabalho, Julie Andrews pensou em dizer não porque acreditava que o papel era muito parecido com o de Mary Poppins, que ela tinha acabado de estrelar, e Christopher Plummer dizia na época que havia se arrependido de preferir fazer o Capitão do que o agente Harry Palmer  em Icpress: Arquivo Confidencial ( o papel foi para Michael Caine e quase ninguém se lembra do filme).

Robert Wise, Christopher Plummer e Julie Andrews nos bastidores de A Noviça Rebelde

Diz a lenda que Doris Day chegou a recusar o papel assim como Audrey Hepburn  quando o diretor William Wyler ainda estava ligado ao projeto. Não consigo imaginar as duas como Maria! Também dizem que foi oferecido o papel da Baronesa à Grace Kelly, que na época já era Princesa de Mônaco. Mas ninguém poderia ter sido mais linda e perfeita do que uma de minhas atrizes preferidas, Eleanor Parker – “Eu preciso de alguém que precise de mim desesperadamente!”.

As crianças que faziam os filhos do Capitão também eram ótimas. Desde aquela época se reuniram várias vezes para fotos. Essa foi postada pela atriz Debbie Turner e me foi mostrada pelo maior fã do filme que conheço, Ricardo Domeneghetti, que tem inclusive uma página no Facebook  chamada A Noviça Rebelde.

Aí estão Charmian Carr (Liesl); Nicholas Hammond ( Freidrich) – lembra quando ele foi o Homem-Aranha? ; Heather Menzies (Louisa); Duane Chase ( Kurt); Angela Cartright (Brigitta),  de Perdidos no Espaço; Debbie Turner ( Marta); e Kym Karath (Gretl)

Quando estive em Salzburg, tive o prazer de visitar as locações do filme, ver a mansão ao longe, visitar a igreja, correr pelo túnel de folhas e ver vários locais especiais em um tour totalmente dedicado aos fãs. Vale a pena conhecer e aproveitar.

O filme tem uma trilha sonora inesquecível – sabia que Edelweiss foi escrita para o musical da Broadway e que Christopher Plummer odiava a música? Eu adoro! Duas canções foram escritas especialmente para o filme: I Have Confidence in Me e Something Good (uma de minhas preferidas,  junto com Do-Re-Mi, Climb every Mountain e, é claro, a canção-título).

O certo é que há 50 anos este filme vem conquistando novos fãs, que não conseguem ficar imunes à energia, o alto astral que lhe deu cinco Oscars, inclusive melhor filme. Tudo é perfeito no filme, até mesmo a última parte (a fuga dos nazistas), que muitos consideram que altera o ritmo do filme.

E hoje 50 anos depois, não é maravilhoso olhar a foto abaixo?  Christopher Plummer (85) e Julie Andrews (79)  para uma matéria especial para a Vanity Fair. Pode haver casal mais lindo e classudo? Maria e o Capitão não poderiam estar em melhor forma. As colinas continuam vivas com o som da música!

3 Comentários

3 Comments

  1. Christina

    3 de março de 2015 às 10:33 am

    Maravilhosa homenagem. Amo esse filme. Estou sempre a ver. Já perdi as contas de quantas vezes o assisti.
    Parabéns!

    Chris

  2. Teresa

    4 de março de 2015 às 3:01 am

    Quando ainda não havia “home video” e o filme só podia ser visto no cinema, assisti 12 vezes. Depois do advento do vídeo cassete, perdi a conta. E continuarei a assisti-lo sempre.
    Teresa

  3. Conceição Pina

    28 de julho de 2015 às 9:04 pm

    Amo esse filme

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