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Into the Badlands é uma boa surpresa entre as séries de TV

É preciso reconhecer o esforço do canal AMC para disponibilizar novas séries para os fãs aqui no Brasil. Trabalham com lançamentos simultâneos com os Estados Unidos e disponibilizam versões legendadas e dubladas, agradando assim a todos. O problema é que o canal está disponível somente na Sky, ou seja, se você for assinante de outra operadora, terá que arrumar outras maneiras de assistir. Pena. Especialmente porque hoje ( na verdade a uma da manhã do dia 16 devido ao fuso horário) o canal estreia a série Into the Badlands, com seis episódios. E depois de ver o primeiro, posso dizer que recomendo. É muito diferente de tudo que está sendo exibido atualmente na TV.

Ambientada em um mundo futuro devastado e controlado por poderosos barões feudais, a série, baseada em um conto chinês,  conta a história de um guerreiro implacável e um jovem rapaz que embarcam em uma odisseia através de uma terra perigosa. Daqui a séculos, na sequência de uma sucessão de catástrofes, surgirá uma nova sociedade na qual os mais fortes e brutais alcançam a riqueza e o poder. Conhecido como as Badlands, este território é dividido entre sete Barões rivais, que impõem o seu domínio com a ajuda de guerreiros leais conhecidos como Clippers, que estão dispostos a sacrificar suas vidas a serviço de seus senhores. Entre eles, está Sunny (Daniel Wu), que não é um Clipper comum. Expert em artes marciais, Sunny subiu rapidamente na hierarquia até se tornar o Clipper Chefe e conselheiro de Quinn (Marton Csokas), o mais poderoso de todos.

Só que agora a Viúva (Emily Beecham), começou a ensaiar ousados ataques em busca de mais poder. Um deles acaba fazendo com que Sunny conheça M.K. (Aramis Knight), um adolescente com um segredo obscuro e com uma grande recompensa por sua cabeça. Logo os destinos do destes dois vão se cruzar mais a fundo, e eles embarcarão em uma aventura que pode significar a diferença entre o caos e a luz nas Badlands.

Com um toque de O Tigre e o Dragão, uma pitada de Kill Bill e uma influência de feitiçaria direta de 47 Ronins, o primeiro episódio conquista. Faz você querer ver e saber o que vai acontecer com todos esses personagens, qual o segredo obscuro de M.K., e qual será o destino de Sunny. Para quem gosta de filmes de artes marciais (mas não só eles), a série promete, com cenas de lutas muito bem coreografadas e com um interessante uso de cor (adorei a capa vermelha de Sunny). A criação é dos produtores executivos/ showrunners/ autores Alfred Gough e Miles Millar, que antes foram os responsáveis por Smallville. Isso por si só é uma bela credencial, na minha opinião.

 

 

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