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A volta de Fear the Walking Dead no AMC

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Sempre fui apaixonada por The Walking Dead. E achei interessante o primeiro episódio de The Walking Dead: World Beyond. Mas confesso que nunca gostei muito de Fear the Walking Dead. Acho que isso vem muito do elenco inicial, que não tinha a menor empatia. Mas agora, cinco temporadas depois, só sobrou Alycia Debnam-Carey (Alicia) dos originais. Na minha opinião, sempre foi a melhor deles. A sexta temporada da de Fear the Walking Dead estreia hoje (12) no canal AMC, às 23 horas. Logo depois de segundo episódio de World Beyond.

Para quem não conhece,  a série começou em Los Angeles. Mostrava o começo do apocalipse zumbi e a desintegração da sociedade. Tudo pelos olhos de uma família disfuncional, que precisa se unir para tentar sobreviver ao fim dos tempos. As cinco primeiras temporadas estão disponíveis na Amazon. Agora na sexta temporada muita coisa mudou. O episódio de estreia da nova temporada chama-se O Fim é o Começo. Nele, os sobreviventes farão o melhor na luta contra os infectados. E, enquanto juntos, reconstroem suas relações e a sociedade. Mortalmente ferido, Morgan (Lennie James) precisa decidir se irá ajudar um estranho. Enquanto isso, um misterioso caçador de recompensas tenta terminar o que Virginia (Colby Minifie) não conseguiu.

As mudanças da nova temporada

Só para relembrar, no final da quinta temporada, a vilã Virginia separou os sobreviventes em diferentes grupos. Na nova leva de episódios, os heróis estão espalhados por vários cantos do país. Cada capítulo vai acompanhar um personagem, ou um grupo. A série vai ficar mais sombria, com muitas cenas rodadas à noite e um tom quase depressivo. O DNA de Fear the Walking Dead também será diferente. Segundo o produtor Ian Goldberg, ela vai se transformar praticamente em uma série de antologia.

O produtor Ian Goldberg compara o novo formato a uma antologia. Em entrevista ao Digital Spy, ele explicou. “Esse novo formato foi algo que nos deixou realmente entusiasmados. Na verdade são 16 filmes. Parte da diversão é que nós podemos usar esses episódios como janelas de diferente comunidades  da Virgínia. E isso nos permite contar essas histórias íntimas e emocionais”.

 

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