Eu já tinha ouvido falar muito do filme Daddio (Papai), que finalmente estreou no streaming, na Prime Video. A proposta de um filme que se passa todo dentro de um táxi me deixou intrigada. Mas o que mais me fez querer assistir foi ver a química entre Dakota Johnson e Sean Penn, uma dupla pouco provável, mas que funciona muito. Gostei bastante!

Uma jovem e linda mulher (Dakota Johnson) acaba de desembarcar no Aeroporto JFK, em Nova York, e pega um táxi para seu apartamento em Manhattan. Durante o percurso, inicia uma conversa inesperada com o motorista, Clark (Sean Penn). Aos poucos, ambos começam a revelar aspectos pessoais e delicados de suas vidas. Ela compartilha decisões infelizes que a levaram a se envolver com um homem casado, enquanto Clark também expõe momentos difíceis de seu passado. A conversa avança para temas profundos, como relacionamentos, sexo, dinâmicas de poder, perda e vulnerabilidade. Nesse breve encontro, os dois encontram um espaço de honestidade rara, transformando a viagem em um momento de reflexão.
O que achei?
Já aviso que não é um filme para ver com seu pai, apesar do título (#ficaadica) . E também que os 100 minutos se concentram somente na conversa dos dois personagens dentro de um táxi. Originalmente o roteiro foi concebido para ser uma peça de teatro. Li algumas críticas dizendo que isso deixava o filme claustrofóbico e cansativo. Não poderia discordar mais. Fiquei tão envolvida na conversa dos dois e nas histórias dos personagens , que mal vi o tempo passar.

A jovem entrega para o motorista as coisas que a afligem, não só no que diz respeito ao namorado quanto à família . E, especialmente graças às interpretações de Sean e Dakota (substituindo Daisy Ridley) tudo fica ainda mais verdadeiro. Claro que eu nunca me abriria daquele jeito com um desconhecido, mas no filme isso fica perfeitamente crível. Especialmente no caso de Dakota , que além de conversar com o motorista também tem que lidar com as mensagens do namorado, que requer sua atenção. E ele é um babaca, tá? Rsrs. Talvez esteja entre uma de suas melhores interpretações. Mesmo caso de Sean, que não cai em momento algum em seus eventuais exageros. Ou seja, bom roteiro, bons atores, história inesperada – vale ver!









































