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A volta do cavalo Spirit para o cinema

Talvez você se lembre de um desenho de 2002, que passou nos cinemas, chamado Spirit: o Corcel Indomável. Está disponível na Netflix. Mostrava a amizade do cavalo selvagem Spirit e o índio Lakota, e como eles acompanham a colonização do local onde vivem. Era bonitinho! Em 2017 a história foi retormada para uma série da Dreamworks. Mas com algumas mudanças. Agora a heroína era uma garota, entretanto, a amizade com o cavalo selvagem continua. Spirit: Cavalgando Livre teve oito temporadas – também disponíveis na Netflix. E com base nessa história, a Dreamworks resolveu fazer uma aventura para o cinema com os personagens, mas com uma qualidade muito melhor de animação. Spirit: O Indomável estreia no cinema nesta quinta – e é bem fofinho!

A pequena Lucky Prescott tenta fazer tudo direito, mas as coisas sempre dão errado.  Depois de estragar a festa do avô, ela e a tia resolvem visitar o pai da garota, que mora em uma pequena cidade fronteiriça. No caminho, no trem ela vê pela primeira vez Spirit, um cavalo selvagem. Logo Lucky e Spirit acabam criando uma ligação muito especial.  Só que a família de Spirit é raptada por bandidos. E caberá a ela e suas duas amigas ajudarem Spirit a recuperar a sua família. E, no meio do caminho, claro, vai embarcar em altas aventuras.

A crítica

Ou seja, para quem acompanha a série, é basicamente uma reinterpretação e alongamento do primeiro episódio. Obviamente, o nível da animação é consideravelmente melhor. Mas não espere algo revolucionário, tipo Shrek. É apenas uma animação comum, bem colorida. Mas que tem uma história fofinha, que mostra uma garota determinada. E, claro, suas amigas igualmente destemidas. Ou seja, o filme defende com unhas e dentes o conceito de girl power.

A crítica provavelmente vai destruir o filme. Mas ele tem um grande apelo para as crianças. Mostra a importância do amor pelos animais, o valor da amizade. E quer saber? Me fez até dar uma choradinha no final (continuo a ser uma criança no coração, rsrs). Só senti falta de poder ouvir as vozes originais de Isabela Merced, de Dora e a cidade perdida (Lucky), Jake Gyllenhaal (Jim Prescott) e Julianne Moore (Tia Cora). Quem sabe um dia…

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