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Depois de 365 dias, chega Desejo Proibido

365 dias, da Netflix, foi um grande sucesso na Netflix. O primeiro filme até tinha um certo atrativo, com cenas calientes, mas os outros dois, suas sequências, foram um grande desastre. Desejo Proibido, que chega nessa quinta aos cinemas, é vendido como se fosse um novo 365 Dias (o diretor é o mesmo). É uma produção polonesa, que tem até o ator Simone Susinna, que completava o triângulo amoroso de 365 dias: Hoje. Desejo Proibido não é tão ruim como seu antecessor – mas isso também não é uma grande vantagem, né?

Olga (Magdalena Boczarska) é uma juíza bem sucedida e viúva. Num belo dia ela conhece Maks (Simone Susinna),  um homem que aproveita a vida como pode e como der, sempre vivendo o momento e sem consequências. Os dois tem uma diferença de idade de 15 anos, mas mesmo pessoas muito distantes e diferentes, o destino os põe perto do outro. Ambos acabam se conhecendo e engatam um relacionamento, algo que logo será interrompido pela filha de Olga, Maja. O que ela não sabe é que sua filha e seu namorado já tiveram um romance no passado. E que Maja não está disposta a deixar que sua mãe fique com o seu ex.

O que achei?

Ou seja, é um novelão, rsrs. O começo é extremamente confuso. Você não entende direito que é Maja e quem é Olga, se é um flashback, ou coisa do gênero. Só depois de um tempo vai entender que se trata de mãe e filha. A fotografia é linda, os atores, idem. Mas o roteiro é aquele desastre esperado, rsrs. Os diálogos são artificiais, e Maja é uma personagem irritante. Só que  Magdalena Boczarska convence como Olga – é uma das poucas coisas que efetivamente funcionam bem no filme.

Há cenas de sexo e nudez, mas nada naquele estilo porno chic (ou brega) de 365 dias. Há também aquelas cenas intermináveis de um personagem andando na praia , ou pensando – tudo sem objetivo algum na narrativa. Mas, fica a dica, se você gostou de 365 Dias, vai achar que Desejo Proibido é uma obra de arte…

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