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A doce descoberta de um quebra-cabeça

O cinema independente americano costuma produzir  muitos pequenos romances, que têm seu próprio charme . Recentemente vi uma pequena joia chamada Juliet, Nua e Crua, que vale muito conhecer. Outro filme nessa linha chega essa semana aos cinemas. Trata-se de  O Quebra-Cabeça, estrelado por Kelly McDonald, de Boardwalk Empire e Nanny McPhee. Ao contrário da linha fofa e divertida do primeiro, esse é um pouco mais triste. Mas parte do mesmo princípio. Uma mulher que vive de uma maneira que não lhe satisfaz, encontra alguém que vai provocar mudanças para melhor na forma como ela vê a vida.

Na história, Agnes (Kelly) é uma mãe suburbana na casa dos 40 anos que tem todo o seu tempo consumido e dedicado ao cuidado dos homens da sua família: o marido Louie (David Denman) e os filhos Ziggy (Bubba Weller) e Gabe (Austin Abrams, de The Walking Dead). Só que quando ela descobre o dom de montar quebra-cabeças, seu mundo muda completamente. Com novos horizontes, toda sua família é forçada a se ajustar e mudar junto com ela, que passa a participar de competições de montagem de quebra-cabeças.

Em alguns momentos, o filme é um pouco lento demais. E a personagem de Agnes, apesar de ótima atuação de Kelly McDonald, não é muito instigante. Mas de qualquer maneira, o filme tem uma proposta doce. Agnes quer fazer descobertas. E mesmo que o parceiro de quebra-cabeça, Robert (Irrfan Khan), seja fascinante para ela,  e seu marido, seja  um cara que a adora, é o momento de fazer suas auto-descobertas. O filme é bonito por isso. Não é apaixonante. Mas é um belo estudo das fases da vida.

As fotos são de divulgação.

 

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