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O filme fofo Juliet, Nua e Crua chega aos cinemas

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O gênero da comédia romântica vem experimentando um renascimento através da Netflix. Mas, é claro, que tem como público alvo adolescentes e jovens adultos. Os adultos mais velhos, que assistiram Mens@agem pra Você, não se sentem muito atraídos por problemas de meninas e meninos. Mas, a boa notícia para eles é que  está chegando aos cinemas esta semana uma comédia romântica muito fofa para os 40+. É Juliet, Nua e Crua, baseada no livro de sucesso de Nick Hornby.

Annie (Rose Byrne) está presa em um relacionamento de longa data com Duncan (Chris O’Dowd), fã obsessivo do obscuro roqueiro Tucker Crowe (Ethan Hawke). Tucker foi muito famoso numa época, mas desapareceu dos olhos do público.  E Duncan chega a ser mais dedicado ao seu ídolo do que com a sua própria namorada. Só que quando um demo acústico de Tucker, que foi hit há 25 anos, ressurge no meio musical, Annie começa acidentalmente a se corresponder por carta com o músico famoso. E, é lógico, os dois vão mudar muito depois disso.

Antes de qualquer coisa, é bom avisar que Juliet, Nua e Crua é um filme independente. Ou seja, apesar de romântico e fofo, não tem soluções fáceis. O romance de Juliet e Tucker começa porque ambos são duas almas solitárias. As carta que trocam – nisso o filme lembra o clássico Nunca Te Vi , Sempre Te Amei – representam uma tentativa de sair um pouco de suas vidas, através da troca de ideias com que pensa de forma parecida.

De qualquer maneira, o filme tem momentos muito divertidos, mesmo que eles tenham algo de triste. Um exemplo é a cena onde Tucker está no hospital, e todos os filhos e ex-mulheres aparecem para começar a discutir. Também o momento da primeira noite de amor que é bruscamente interrompida. Tudo isso faz você sorrir, mas com os “pés no chão”, com problemas tão comuns da meia -idade.

O certo é que no final, o filme é uma delícia, com Ethan Hawke e Rose Byrne em sua melhor forma. Além disso, também tem o ótimo Chris O’Dowd, que protagoniza alguns dos grandes momentos de “vergonha alheia” que você verá nos cinemas em tempos recentes. Eu realmente adorei!

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