A série sobre o Cavaleiros Templários chega hoje à TV

Já faz tempo que a história dos templários, uma espécie de exército da igreja, vem atraindo a atenção em filmes e séries. Outro dia, por exemplo, revi Indiana Jones e a Última Cruzada, cujo grande objetivo era uma caça ao Graal, o cálice de Cristo, que era protegido pelos templários. Isso sem contar a história mais recente de O Código DaVinci e tantos outros. Mas agora chega uma série específica sobre eles: Knightfall: A Guerra do Santo Graal, que estreia hoje (22), às 22h40 no History Channel. Eu já vi o primeiro episódio, e me interessei muito. Para quem gosta de séries históricas, como Roma e Vikings, entre outras, é uma boa pedida.

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A série começa com a queda da cidade de Acre, a última fortaleza dos Templários na Terra Santa, quando o Graal é perdido. Num outro tempo,  é descoberta uma chave que dá a entender onde o Graal poderia estar , levando um grupo de homens membros da Ordem, guiados por um nobre Cavaleiro Templário, Landry (Tom Cullen, de Downton Abbey, Black Mirror), a uma missão de vida ou morte, para encontrá-lo. É claro que como acontece neste tipo de série há a influência do rei (e principalmente da rainha), da igreja (Jim Carter, o mordomo de Downton Abbey, faz o Papa), e todas as traições e conspirações de todos os lados.

Segundo o historiador Don Jones, que funcionou como consultor para a série, “é uma história sobre o que considero ser a parte mais interessante sobre os templários: a queda da ordem e como foi derrubada por um ataque dirigido pela campanha e liderado pelo rei Felipe da França.  A série acompanha as vidas e experiências de um grupo de templários em Paris, que sonham em voltar a seus papéis anteriores. No primeiro episódio, descobrimos que o Santo Graal desaparece; isto inicia a ação dos nove episódios seguintes. É uma história muito humana, com muitos personagens projetando suas próprias esperanças e temores ao encontrar o Graal”.

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É claro que a produção não é do nível de um Game of Thrones, fica mais na linha de Vikings. Ou seja, sem fantásticos efeitos, mas bem feita – com belas locações na República Tcheca e na Croácia – e com personagens interessantes. Li algumas matérias que reclamavam de distorções de aspectos históricos, como gente que já havia morrido quando  acontecem os momentos descritos pela série. Pura bobagem. Quem quer aprender história não vai fazer isso com uma série de TV, né?

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Dito isso, não espere nada muito profundo, mas apenas um bom entretenimento, com uma história que até hoje fascina muitos. Pelo primeiro episódio já dá para perceber que teremos várias reviravoltas. E quer saber? Fiquei com muita vontade de ver a continuidade dessa história…

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