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Stalker é boa e estreia hoje no Brasil.

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Estreia hoje, às 22 horas,  no canal Universal , a série Stalker. É mais um produto com a grife Kevin Willianson. Para quem não se lembra do nome, ele é simplesmente o homem por trás de Pânico (a série de filmes, não o programa), The Following e The Vampire Diaries. Também foi  o responsável por Dawson Greek, apesar da série não ser aterrorizante. Agora, com Stalker, ele está enfrentando a ira de muita gente, que como no caso de The Following, diz que a série prega a violência. Pode ser, mas realmente fiquei totalmente envolvida com o primeiro episódio. Faz muito tempo que não via uma série começar de maneira tão direta, com uma edição de cenas tão forte como essa.

Stalker se propõe a mostrar casos policiais sobre pessoas que são perseguidas enlouquecidamente por outras. Nesses tempos de redes sociais isso é ainda mais claro, já todos sabem onde o outro está. Beth Davis (Maggie Q) é a chefe do departamento responsável por esse tipo de caso em Los Angeles. Logo no piloto, ela recebe um novo membro, Jack Larsen (Dylan McDermott), que foi transferido de Nova York. Juntos, começam a investigar um caso de uma mulher que sofria uma perseguição e foi morta queimada. Mas ambos tem segredos ligados a esse tipo de caso.

Maggie Q, recém-saída de Nikita, está bem como Beth, dando um certo aspecto de fragilidade à personagem. Dylan McDermott, esteve na mal-sucedida Hostages e agora assume o papel de Jack. Charmoso e envolvente, ele tem uma bela cena já no final do primeiro episódio para emocionar. Também no elenco estão Elizabeth Rohm (de Angel) e Mariana Klaveno (a Lorena de True Blood)

Kevin Willianson deu uma entrevista recentemente que demonstra bem o seu estilo. Baseada no primeiro episódio, creio que é o que também pode se esperar de Stalker. ” Eu gosto do terror emocional. Não gosto de filmes de terror. Eu os detesto. Mas se você conseguir fazer uma história de aterrorizante que emocione, estou dentro. Se eu puder  me importar pelo personagem principal, estou dentro. Eu não gosto de histórias estúpidas sobre pessoas que não conheço.”

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