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Para se preparar para o fim de Dark!

No próximo dia 27 de junho, uma data que tem tudo a ver para quem acompanha a série, vai chegar na Netflix a terceira e última temporada de Dark. Já faz tempo que eu me programava para ver série alemã, que é um dos grandes sucessos do streaming, mas sempre aparecia algo mais urgente na frente. Com a aproximação da estreia da temporada final, eu resolvi que não dava mais para esperar. Sinceramente, acabou sendo uma boa opção ver as duas primeiras temporadas juntas – um total de 18 episódios no total. Com sua trama intrincada e um monte de personagens, foi positivo ter tudo fresco na memória. Então se você ainda não viu, fica aqui a dica. É muito boa, mas você tem que ficar bem atento para entender todas as idas e vindas.

1ª temporada

Tudo se passa na cidadezinha pacata de Winden, que sedia uma usina de energia nuclear que, na história, está sendo desativada. Logo, começamos a conhecer as histórias dos habitantes locais que têm um monte de segredos, como o jovem Jonas Kahnwald (Louis Hofmann, bonito e bom ator), que carrega a angústia de não entender o suicídio do pai. Ou sua mãe Hannah, (Maja Schöne) que vive um caso proibido com Ulrich Nielsen (Oliver Masucci). A grande trama que vai incluir viagens no tempo  começa a  se desencadear quando uma criança desaparece, repetindo um fato acontecido no passado.  Conforme a história vai avançando, a trama evolui e o passado, presente e futuro passam a coexistir de forma não necessariamente linear.

A série é muito sombria, desde o tempo constantemente fechado até  os sentimentos e situações às quais os personagens são submetidos. Já aviso que há muitos deles. Acompanhar a trajetória das famílias no início é complicado, por isso fica a minha sugestão de usar a árvore genealógica – essa é #semspoilers, tá?

Li algumas comparações por aí de Dark com Stranger Things. Não acho que são relevantes. Dark é muito mais adulta e complexa. Tem uma trilha sonora incrível que deixa tudo ainda mais tétrico. O desfecho consegue ser simples sem ser óbvio. Cheia de reviravoltas, é difícil não se sentir motivado a devorar a série de uma vez só. E querer saber mais, sobre o que vai acontecer em seguida.

2ª temporada

Se a primeira temporada já tinha deixado você com um nó na cabeça ao seguir as histórias totalmente interligadas através dos tempos, a segunda vai muito mais além. Rs. O final da primeira temporada mostrou Jonas chegando no futuro. O mundo pós-apocalíptico  que ele encontra traz novos perigos. E Jonas descobre uma forma de voltar ao passado após se esgueirar por um túnel e encontrar um grande segredo. Já nos tempos atuais, o desaparecimento de Ulrich e do filho Mikkel, os segredos do misterioso Aleksander e o papel do maquiavélico Noah continuam rendendo vários conflitos. E já aviso, não há uma sequência de “recordação” antes da temporada começar. Ela já se inicia numa sequência direta dos fatos da primeira temporada.

Ou seja, Dark não é uma série para ver se você busca relaxar. Tem que prestar atenção todo o tempo para não ficar perdido. Mas por outro lado é instigante, e vai deixar você querendo adivinhar como essa história terá um fechamento. Quando você assiste a muitas séries como eu, é muito difícil ser surpreendido. Dark fez isso comigo- várias vezes. E ainda me fez conjectar, tecer minhas próprias teorias sobre o final que chega, e principalmente sobre o papel de Adam na história. Foi brilhante!

Mas…

Só como uma piadinha feminina para terminar… Uma indústria de xampus teria sido muito bem-vinda no local,rsrs. Vários personagens têm cabelo gosmento na história, reparou? Rs!

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