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Para entrar no clima de Natal no cinema

Adoro um bom filme de Natal. Com toda aquela confusão de família, que a princípio tem uma série de problemas, mas que no final depois de tudo o que passa junto, descobre que a união daquelas pessoas todas é muito importante. O cinema já abordou isso de diversas maneiras desde o clássico A Felicidade não se Compra, nos anos 40 (e antes disso também). Agora, mais um chega aos cinemas. E é adorável! Trata-se de O Natal dos Coopers, com um elenco cheio de estrelas, boa música, momentos divertidos, outros emocionantes, e, é claro, cachorros…

São várias histórias intercaladas sobre membros de uma mesma família, que estão determinados a ter um Natal perfeito. Por exemplo, Charlotte Cooper (Diane Keaton, também produtora do filme) não quer que sua família saiba que ela e o marido Sam (John Goodman) estão se separando. Seu filho mais velho, Hank, (Ed Helms) não quer que ninguém saiba que perdeu o emprego. A filha Eleanor arruma um noivo no aeroporto, Joe (Jake Lacy), somente para a família não fazer perguntas e desconfiar que ela tem um caso com um homem casado. E ainda tem seu pai (Alan Arkin), sua irmã (Marisa Tomei), os netos, a tia (June Squibb) e, é claro, o cão da família (que pensa com a voz de Steve Martin). Com isso tudo, conforto e alegria não virão facilmente – uma tonelada de neve cairá, comida vai voar e convidados inesperados chegarão.

Com certeza, você já viu vários filmes no mesmo estilo (Simplesmente Amor me vem à cabeça), mas eu me diverti muito com O Natal dos Coopers. Especialmente com as histórias dos netos de Charlotte e com a do acordo/amor de Eleanor e Joe. No final, incrivelmente, o problema do filme acaba sendo Diane Keaton. Adoro a atriz, mas aqui o personagem é meio tonto e chato. Lembra dela em outro filme do gênero, Tudo em Família, de 2005? Estava muito melhor.  Além disso, ela como filha de Alan Arkin não dá, né? Os dois têm somente doze anos de diferença, e no filme parece que têm a mesma idade, mesmo com todos os evidentes filtros na fotografia quando ela aparece (privilégios de produtora?).

Mas nem isso atrapalha a diversão, bem própria para a época. Já que a decoração nas nossas ruas está tão pobrezinha neste Natal, é gostoso ver todo esse clima no filme. Posso parecer boba, mas adoro! Além disso, o cão da família é apaixonante, ainda mais com a voz de Steve Martin!

 

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