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O risco imediato de Kate Hudson

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Acompanho a carreira de Kate Hudson desde que a vi no papel que a transformou em estrela, Quase Famosos, que inclusive lhe valeu uma indicação ao Oscar. Naquele momento, parecia que logo ela se tornaria uma estrela ainda maior que sua mãe famosa, Goldie Hawn. E, em alguns filmes, como em Como perder um Homem em 10 Dias, grande sucesso de bilheteria, parecia que realmente isso iria acontecer. Mas, de repente, com vários acontecimentos em sua vida pessoal, ela parece que perdeu a garra, a vontade. O talento e a beleza continuam lá, mas ela parece sem vontade de atuar, como por exemplo no filme que estreou este fim de semana nos cinemas, Risco Imediato.

Co-estrelado por James Franco, o policial parece mais um filme B, daqueles que antigamente era lançado diretamente em DVD. E Kate parece tão impessoal, tão longe de seu personagem, uma mulher que, com o marido, encontra uma mala cheia de dinheiro no quarto que alugava para um homem que foi assassinado. É claro que o dinheiro era sujo e pessoas bem perigosas vem atrás dele.

Uma pena, já que Kate é uma daquelas atrizes completas: canta, dança, atua, é linda, e tem um corpo incrível. Há pouco tempo fez uma personagem em Glee, Cassandra July,  que no final se revelou nem tão má assim (só um pouco). Mas ela teve grandes momentos de canto e dança. Veja só esse mash-up de Americano com Dance Again da quarta temporada:

Aparentemente, agora ela pretende consertar isso. Está no novo filme de Barry Levinson, Rock the Kasbah, e rumores dizem que ela será uma das esposas de Richard Pryor na biografia do comediante, que será dirigida por Lee Daniels. Quem sabe as coisas melhoram…

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