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Chloe Grace Moretz briga com alienígenas em A 5ª Onda

O universo de distopias onde os adolescentes têm que salvar o mundo foi uma grande descoberta do mercado editorial. Jogos Vorazes, Divergente, Maze Runner, só para lembrar os mais bem-sucedidos. Esse sucesso se repetiu no cinema, tanto que todos eles tiveram (e tem várias sequências para comprovar. Agora, chega aos cinemas amanhã (21) mais um deles, A 5ª Onda, também apoiado pelo enorme sucesso de seus livros, de autoria de Rick Yancey: A 5ª Onda, O Mar Infinito e o terceiro que deverá ser lançado este ano, A Última Estrela.

Cassie Sullivan (Chloe Grace Moretz) é uma adolescente normal que vive com os pais e seu irmão Sam (o fofo Zackary Arthur). Só que sua vida muda completamente quando alienígenas invadem a Terra, com o claro objetivo de eliminar todos os humanos através de ondas. A primeira acaba com a energia e as comunicações; a segunda com invasão das águas; a terceira começa com a disseminação de um vírus letal transmitido por pássaros; na quarta, os alienígenas passam a habitar corpos humanos como parasitas. Aí chega a quinta onda…Separada de sua família, Cassie terá que enfrentar os mais diversos desafios para conseguir atingir o seu objetivo (não conto mais para não estragar).

É claro que no meio de tanta aventura e alienígenas também há o espaço para o romance. Cassie sempre foi apaixonada por Ben ( Nick Robinson, de Jurassic World), mas em seu caminho acaba conhecendo Evan (Alex Roe, que não fez nada de muito importante). Assim, mais uma vez se desenha o triângulo amoroso, que nos relembra de Katniss, Peeta e Gale de Jogos Vorazes.

A primeira parte do filme, quando Cassie passa por todas as mudanças é muito boa, já com uma primeira cena de grande impacto. Chloe Grace Moretz tem obviamente uma grande admiração por sua personagem. O problema começa quando os militares, liderados por Liev Schreiber, entram em cena. Ali, o diretor J. Blakeson perde a mão (o que é aquela maquiagem que arrumaram para Maria Bello, coitada?!) e o filme cai de rendimento. Mas de qualquer maneira, mantém a atenção e me fez ficar curiosa para ver a sequência (se o filme for um sucesso de bilheteria e ela existir, é claro!), apesar de sentir um incômodo de ver crianças com uma arma na mão. Atenção para a bela música no final: Alive de Sia.

Na sessão para a imprensa onde assisti A 5ª Onda, vários dos colegas saíram realmente revoltados, já dizendo que o filme estaria entre os piores do ano. Discordo! Talvez seja meu lado adolescente falando mais alto, mas eu até gostei…

 

 

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