A gente conhece vários filmes de amigas que vão juntas para algum lugar, e efetivamente aprontam as coisas mais malucas. Estou falando de Missão Madrinha de Casamento, A Noite é Delas e Como ser Solteira, entre outros. E agora, mais uma chega aos cinemas. Estou falando de Amigas sem Filtro, que chega nessa quinta nos cinemas. O filme tem locações paradisíacas lindas (Austrália), bom elenco, mas esse tipo de história que mostra mulheres totalmente enlouquecidas sinceramente me cansam. Foi o caso aqui.

Amigas Sem Filtro acompanha três amigas que decidem fugir da rotina com uma viagem para um spa de luxo, planejando alguns dias de paz e descanso. Porém, uma quarta amiga aparece de forma completamente inesperada e transforma a tranquilidade em caos. Entre tratamentos relaxantes e decisões impulsivas, o grupo embarca em um fim de semana repleto de confusões. E isso coloca à prova sua amizade. Elas precisam então lidar com desentendimentos e imprevistos que transformam o paraíso em um conjunto de situações absurdas.
O que achei?
É claro que há momentos em que você vai dar risada. Mas essa coisa de mulheres doidas que “finalmente se libertam” me incomoda profundamente. Isso acontece especialmente com tudo que a personagem de Isla Fisher – exagerada ao extremo – faz. Desde o figurino até o jeito e os diálogos. Dá impressão que a mulher precisa falar daquele jeito chulo para ser engraçada. É óbvio que foi escrito e dirigido por homens.

Mas há a bela fotografia (eu fiquei com vontade de ir para esse spa – sem as doidas, claro). Leslie Bibb é sempre uma atriz interessante. Mas o que me chama mais a atenção foi a presença do interessante Adam Demos. Quem já assistiu Sex/Life (crítica aqui) vai entender minha admiração, rsrs. E na verdade, ele me pareceu o personagem mais natural, mais verdadeiro. Mais uma vez comprova que homens dirigiram e escreveram portanto as mulheres são loucas e os homens são fofos. Isso me cansa.









































