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A viagem divertida e inesperada de Frank nos cinemas

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Já faz algum tempo que venho ouvindo falar de Frank, filme que estreia este fim de semana nos cinemas aqui no Brasil. Desde que ele foi exibido no Festival de Sundance no ano passado, quando vi o primeiro trailer, fiquei intrigada e curiosa. Especialmente porque por trás da máscara do personagem tinha o lindo e sexy Michael Fassbender e eu havia lido que ele passava a maior parte do filme com a cara coberta. Depois de assistir ao filme em uma exibição para a imprensa na semana passada, posso dizer que fiquei impressionada com essa “viagem” de todos os envolvidos.

O personagem principal de Frank na verdade não é o Frank. Mas sim Jon (Domhnall Gleeson, do lindo Uma Questão de Tempo), um jovem músico aspirante. Ele imagina ter dado um enorme passo em sua carreira ao se juntar a uma banda de rock avant-garde liderada por Frank, uma lenda musical que se esconde por trás de uma grande cabeça de papel machê. Depois de um início de relacionamento conturbado, Jon enfim conquista seus parceiros de banda. Mas só por um tempo…

O mais interessante de tudo é que o filme foi adaptado de um livro que tem como ponto de partida uma história similar, a do falecido comediante Chris Sievey e seu personagem Frank Sidebottom. Só que na verdade, o filme é muito mais do que um simples fato engraçado. É sobre como este homem e sua cabeça influenciaram a vida de um jovem sem rumo.

Como Jon, Domhnall (eta nome difícil) Gleeson tem um novo triunfo depois de Uma Questão de Tempo. Você percebe claramente as mudanças do personagem conforme o tempo vai passando só por seu olhar. Como imaginar que o Bill Weasley de Harry Potter ficaria tão bom? Tanto que estará no filme de Star Wars!!! Ele merece!

Mas é claro que você fica prestando atenção no que Michael Fassbender faz como Frank. E é incrível como ele também consegue passar todo o sentimento e emoção sem conseguirmos ver uma única expressão sua na maior parte do tempo. Só com seu corpo e sua voz. Duvido que Johnny Depp, que inspirou os roteiristas para o personagem, pudesse se sair tão bem.

No final, Frank não é um filme para todos os gostos. Mas é tão louco e verdadeiro em sua proposta, que acaba conquistando você para sempre.

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