Anda difícil encontrar no streaming um filme que seja realmente bom. Minha esperança é o de Ricardo Darin, que verei hoje, rsrs. Ontem assisti Masterplan, que me atraiu única e exclusivamente pela presença sempre ótima de Stanley Tucci. O filme está disponível na Prime Video, e apesar de partir de um princípio interessante (o roubo da Mona Lisa), me parece mais um genérico mais fraco de outros tantos filmes do gênero. Não é exatamente ruim, mas também não é exatamente bom, rsrs.

A história mostra um experiente ladrão quer fazer o grande roubo de sua carreira. Roger (Stanley Tucci) deseja colocar suas mãos na Mona Lisa, um dos quadros mais famosos do mundo. Para isso, ele recruta dois jovens que não conhece tão bem para ajudá-lo. Chiara (Simona Tabasco) é uma italiana especialista em crimes cibernéticos, enquanto Jay (Victor Belmondo) é um francês com um vasto conhecimento de explosivos. Porém, logo eles são informados que são irmãos e que Roger é o pai dos dois. Esse encontro familiar peculiar pode ser a única chance deles de conseguirem realizar o que ninguém jamais conseguiu.
O que achei?
O filme em alguns momentos parece rir de si próprio, usando aquelas resoluções que já vimos milhões de vezes, do tipo escorregar por uma porta de segurança que está fechando. Ou ainda andar pelos esgotos de Paris. Ou seja, Masterplan copia um pouco de tudo, de Onze Homens e um Segredo até a série Lupin. Mas a grande inspiração parece os clássicos filmes dos anos 60, como Como Roubar Um Milhão de Dólares ou Como Possuir um Lissu. É claro que com tudo isso misturado, o filme fica sem identidade, apesar de divertir um pouco numa noite chuvosa.

Masterplan tem uma boa fotografia (algumas belas cenas de Paris). Não espere grandes cenas de ação – o orçamento claramente não era para tanto, rsrs. O foco é na relação dos três. Simona Tabasco, que faz Chiara, tem uma presença forte – você deve lembrar dela de The White Lotus. Victor Belmondo (Jay) é tão parecido com o pai (o astro francês Jean-Paul Belmondo) que até distrai a gente da trama em alguns momentos. Mas, claro, quem eleva a produção é Stanley Tucci. Mesmo num filme tão pouco inspirado, ele vale o seu tempo.









































