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Três filmes para adiantar o Natal na Netflix

Já montou sua árvore de Natal? Já comprou panetone? A gente pode não acreditar, mas o Natal é daqui a pouco mais de um mês. E, se você já está no clima, a Netflix tem um monte de títulos temáticos da data. E a cada semana, novos estão estreando. Nesse mês ainda vão estrear as sequências de dois que eu gosto muito.  A Princesa e a Plebeia: Nova Aventura chega no dia 19. Já Crônicas de Natal: Parte 2 vai estrear na Netflix no dia 25/11. Mas enquanto eles não chegam, eu fiz uma maratona de três filmes com o tema ontem. Só que ao final, uma pergunta ficou na minha cabeça. O que os roteiristas de filmes de Natal tem contra as mães das protagonistas? Rsrs! Nos três filmes , as mãe morreram. Será que é para deixar que elas façam todas as bobagens da história? Rsrs!

Cartão de Natal

Antes que Ellen Langford possa herdar o negócio de presentes de seu pai, ela recebe uma missão de seu pai. Deve entregar um cartão de Natal especial para o antigo parceiro de seu pai em Snow Falls. E Ellen ruma para a pequena cidade natal que ela nunca conheceu de verdade. Só que tudo fica um pouco mais complicado do que parecia inicialmente. Especialmente quando uma tempestade de neve a obriga a ficar numa pousada da cidade. Só que ela vai acabar encontrando um amor e descobrindo o verdadeiro significado do Natal.

Esse foi o primeiro dos três filmes que vi, e também o que mais gostei. É claro que é cheio dos clichês dos filmes do gênero, totalmente previsível. Mas é muito simpático, exatamente o que você espera de um romance de Natal. O romance acontece aos poucos, a moça aprende a ser boa gente, e tudo dá certo no final. O que mais a gente poderia querer?

A estrela é Eliza Taylor, que os fãs de The 100 vão conhecer e com certeza estranhar, porque ela está bem diferente da série. O mocinho é Jake Lacy, de séries como Girls e High Fidelity.  E eles têm uma boa química! A veterana Andie MacDowell , de Quatro Casamentos e um Funeral, faz uma participação especial como a dona do café.

Missão Presente de Natal

Esse é o lançamento mais recente dos três, chegou na Netflix há pouco mais de uma semana. Nele, Erica Miller (Kat Graham, de The Vampire Diaries), uma assistente parlamentar, viaja para uma base aérea no Pacífico a pedido de sua chefe. Lá ela precisará decidir se a base será fechada para corte de custos ou não. Só que  ela conhece o Capitão Andrew Jantz (Alexander Ludwig), um piloto que ama o Natal. Ele tem como projeto, há anos, entregar presentes e suprimentos, de paraquedas, para os moradores das ilhas vizinhas.  É então que Erica passa a ficar em dúvida. Vivenciar o espírito natalino de Andrew ou atrapalhar seus planos por conta de seu desejo de ser promovida.

O fato simpático aqui é que a gente fica sabendo que essa ajuda descrita no filme existe realmente.  Desde 1952, a Força Aérea dos Estados Unidos realiza todos os anos a Operação Christmas Drop (que é o nome do filme em inglês). Vários presentes são trazidos por militares principalmente da Base Aérea de Andersen e da Base Aérea de Yokot. O foco da operação ainda é a região da Micronésia, onde ocorreu pela primeira vez.

Mas de comédia romântica, Missão presente de Natal tem pouco. Alexander Ludwig (de Vikings) é ótimo e fofo. Mas o romance demora muito para acontecer. Tem até um certo clima, mas só isso. Para quem quer ver pelo lado do espírito natalino de ajudar os outros, ele funciona. Como comédia romântica, é pouco eficiente.

Era uma Vez um Casamento

Este é o mais fraquinho dos três, seja como roteiro, e química entre os atores. Kelsey  uma jovem  atrapalhada, que está tentando se tornar uma organizadora de casamentos. Sua primeira chance é com o casamento de sua prima fofa Emily. As coisas parecem correr bem até que o ex-namorado de Emily, Connor, aparece na festa de noivado. Ele está investigando o noivo de Emily, e quer que Kelsey o ajude nesse processo. É quando o mundo da garota comece a virar de cabeça para baixo.

Tudo é exagerado. Emily é fofa demais, Kelsey é chata demais. Connor parece galã de cinema pornô, rsrs. Você não consegue ter a menor empatia. Jocelyn Hudon, da série When Hope Calls, é bonita e simpática, mas está cheia de caras e bocas. A melhor coisa ainda Kelly Rutherford (Gossip Girl), que até diverte com sua cara de enfado. Mas o pior de tudo é o final. Vergonha alheia impera!

 

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