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O “prazer com culpa” de Desejo Sombrio

Pelo trailer, Desejo Sombrio, a série mexicana que estreou essa semana na Netflix tinha alguns públicos-alvo claros. Número 1 – Os fãs de Rebelde e de Maite Perroni, que é a estrela da história. 2 – Os órfãos de 365 dias, já que havia a promessa de cenas “bem calientes”. 3 – Aqueles que assistem e gostam de novelas mexicanas. Sim, porque Desejo Sombrio, com seus 18 episódios de cerca de 30 a 40 minutos cada, é um novelão mexicano “raiz”, cheio de intrigas familiares, mentiras, e é claro, todo mundo beeeemmm maquiado, rs!

A série é mostrada em flashback, porque já na primeira cena vemos Alma (Maite Perroni) sendo levada presa e um corpo sendo retirado de uma casa. A partir daí, são apresentados os personagens. Alma é uma professora de direito casada, mas não muito feliz, com um famoso juiz, Leonardo (Jorge Poza), que é cheio de segredos. Os dois têm uma filha Zoe (Regina Pavón). Num fim de semana, Alma resolve passar o fim de semana na casa da amiga Brenda (Maria Fernanda Yepes). As duas saem para uma balada, e Alma conhece o jovem Dario (Alejandro Speitzer). Só que todos os acontecimentos daquela noite – incluindo sexo e morte – vão afetar as vidas de todos dali para frente.

A crítica

Desejo Sombrio é aquele tipo de conteúdo que eu chamo de “prazer com culpa”. Isso porque os atores são ruins – a melhor é Maria Fernanda Yepes (Brenda) – , os diálogos piores ainda. Até as cenas de sexo são tão coreografadas que ficam parecendo fakes ao extremo. A história tem tantas idas e vindas, e tantos buracos, que, com certeza, vai deixar muita gente confusa, especialmente com seu final aberto, que “chama” uma segunda temporada. Mas, apesar de tudo isso, acompanhei todos os episódios  com interesse, querendo saber o que aconteceria em seguida. Mesmo após o final – pouco satisfatório – fiquei sentindo falta desses personagens tão estranhos, exagerados, e talvez por isso mesmo, interessantes.

Na verdade, Desejo Sombrio têm um pouco de tudo. Desde soft porn (bem mais “tranquilo” do que 365 Dias, rs), reviravoltas e mais reviravoltas, um detetive obcecado (Erik Hayser, de Sense 8), o clássico “quem matou?”, e amantes enlouquecidos. Melodrama na veia, rs! Mas talvez o maior problema da história seja o intérprete de Dario. Alejandro Speitzer é péssimo como ator, e ainda é feio (repare no tamanho das orelhas!!). Mas tem um belo corpo, amplamente mostrado em várias cenas. Mesmo assim é só mais um problema para a credibilidade (quase nula) da história. Ou seja, mesmo reconhecendo que é muito ruim, fiquei muito interessada em ver uma segunda temporada de Desejo Sombrio. Rs, pode ser um “prazer com culpa” maior que esse? Rsrsrs!

 

 

 

Existem 1 comentários

  1. Péssima crítica, não foi feita sob análise nenhuma e sim com a única intenção de jogar hate, dizer que Maite Perroni, Erik e Jorge Poza, atores imensamente elogiados por críticos que realmente entendem de atuação só prova que a crítica foi feita por alguém que viu a série com o único intuito de falar mal

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