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Hillary Swank em Away, e outras astronautas para ver em casa

O último filme que vi numa sala de cinema antes da pandemia fechar tudo foi um filme sobre uma mulher astronauta. Era A Jornada, com Eva Green, que seria lançado no dia 19 de março. Retratava o dia a dia de esforço e superação da astronauta francesa Sarah (Eva Green), uma mãe solteira que se prepara para uma missão espacial. Há vários outros filmes que mostram o dificuldade e o dia a dia dessas mulheres que decidem se tornar astronautas. E agora tem uma série chegando: Away,  com 10 epsiódios e estrelada por Hillary Swank, que está programada para chegar na Netflix em 4 de setembro.

A sinopse oficial da Netflix diz o seguinte:  “Away é um drama emocionante em escala épica, que celebra os avanços incríveis que humanos conseguem conquistar, e os sacrifícios pessoais que precisam fazer ao longo do caminho. Quando a astronauta americana Emma Green ( Hillary Swank) se prepara para liderar uma equipe internacional em sua primeira missão a Marte, ela precisa conciliar sua decisão deixando para trás seu marido (Josh Charles) e filha adolescente (Talitha Bateman) quando eles mais precisam dela. Na medida em que a jornada no espaço se intensifica, a dinâmica pessoal e os efeitos da distância se tornam cada vez mais complexos”.

Hillary Swank já havia feito uma astronauta em O Núcleo., de 2003. Mas há outras atrizes que já fizeram o papel de astronautas em filmes que estão disponíveis no streaming  e VOD.

 Sigourney Weaver – Alien

Ela foi a maior de todas não é mesmo? Como Ripley, Sigourney Weaver fez história no cinema, com seus quatro filmes. Desses somente Alien 3 está disponível no Telecine. Os demais, inclusive o mega-clássico Alien – o 8º Passageiro, estão em vídeo on demand para aluguel ou compra na Apple TV. Ripley é frequentemente considerada uma das protagonistas femininas mais significativas em todo o cinema e é uma figura proeminente na cultura popular. O mais interessante é que inicialmente Ripley seria um homem. Foi uma decisão do diretor Ridley Scott transformá-la em uma mulher.

Rebecca Fergunson – Vida

Rebecca Fergunson era a mulher da equipe de seis astronautas de uma Estação Espacial Internacional, a Dra. Miranda North. Eles descobrem sinais de vida inteligente em Marte e a investigação do fato gera consequências inimagináveis. Inicialmente a atriz havia até recusado o papel por acreditar que não conseguiria atingir o que era necessário para o papel. Disponível na Netflix

Sandra Bullock – Gravidade

Para mim, a maior interpretação de Sandra, que concorreu a todos os grandes prêmios do ano, inclusive o Oscar. Ela é a Dra. Ryan Stone, que junto com o astronauta Matt Kowalsky (George Clooney), tenta sobreviver depois de um acidente. Este os deixou completamente à deriva no espaço, sem ligação com a Terra e sem esperança de resgate. Disponível na Netflix.

Anne Hathaway – Interestelar

Durante esse filme, Anne Hathaway chegou a ter hipotermia, ao filmar suas cenas na água na Islândia. Ela é a astronauta Brand  Brand,  que juntamente com Cooper (Matthew McConaughey) Jenkins (Marlon Sanders) e Doyle (Wes Bentley), recebe a missão de verificar possíveis planetas para receberem a população mundial, possibilitando a continuação da espécie. Disponível para aluguel e compra na Apple TV, Microsoft, e Google Play

Jane Fonda  – Barbarella

Barabarella tinha que estar nessa lista, afinal ela foi a primeira, não é? Rsrs! Disponível no Telecine, o filme estrelado por Jane Fonda, e dirigido por seu marido na época, Roger Vadim,  contava a história de Barbarella, uma viajante do espaço do século 41. Ela tem uma missão, prender o cientista Duran Duran (Milo O’Shea), cuja criação ameaça trazer o mal novamente à galáxia, depois de séculos que as guerras foram abolidas. O filme é de 1968.

Natalie Portman – Lucy in the Sky

O filme, lançado em 2019, acabou não estreando nos cinemas. Está disponível no Telecine. Na história, depois de participar de uma missão da NASA, a famosa astronauta Lucy Cola (Natalie Portman) se sente deslocada na Terra diante da imensidão do espaço. Logo, se envolve em um triângulo amoroso imprudente que ameaça sua carreira e sanidade. O filme teve péssimas crítica, que foram rebatidas pelo diretor Noah Hawley. “Existem dois filmes que eu poderia ter feito, uma comédia sombria estilo Eu, Tonya, e o outro um suspense sobre uma pessoa desequilibrada. Eu não queria fazer nem uma coisa nem outra, fiz um filme de realismo mágico sobre uma astronauta”

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