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Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica é uma animação fofa para toda a família

Atualmente, Tom Holland parece determinado a fazer papéis adultos, que provem que é um ator que pode fazer qualquer tipo de papel.  É claro que não quer ficar marcado somente como o Homem-Aranha (apesar do novo filme que vai vir por aí). Para comprovar, fez Cherry , disponível na Apple TV Plus, e também de O Diabo de Cada Dia, da Netflix. E vem conseguindo comprovar que é bom ator. Mas há pouco tempo, ele  entrou forte no universo infantil, dublando duas animações fofas. A primeira foi Um Espião Animal (disponível no Telecine), do qual eu gosto muito. O outro é Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica, que está no Disney Plus, e concorre ao Oscar  de melhor animação.

A jornada fantástica de Dois Irmãos

O filme é uma produção fofinha da Pixar, que eu acabei perdendo quando estreou no cinema, e vi só agora. Vai fazer você rir e também se emocionar. Mas é claro que não vai ter chance contra a profundidade de Soul, que todo mundo ama! Tudo se passa em um lugar onde elfos, unicórnios, centauros, fadas e outros seres mitológicos convivem em harmonia. No passado, a magia era uma constante. Mas o tempo passou, e as coisas mudaram. Nos dias de hoje, dois irmãos elfos adolescentes embarcam em uma extraordinária jornada para tentar redescobrir a magia do mundo ao seu redor.

O mais jovem, Ian (dublado por Tom Holland), é introvertido e sempre quis conhecer o pai, que morreu quando ele ainda nem tinha nascido. Já o irmão mais velho, Barley ( dublado por Chris Pratt), é expansivo, gosta de mágica, de RPG e de se meter em confusões. No dia em que Ian completa 16 anos, sua mãe Laurel ( dublada por Julia Louis Dreyfus) lhe dá um presente deixado pelo pai dele. É um cajado que, junto de uma pedra mágica, pode ajudar a trazer o pai de volta à vida por 24 horas. O problema é que algo dá errado só metade do corpo reaparece. É quando Barley convence Ian a sair numa viagem em sua van para concluir o feitiço e passar um tempo com o pai. Sim , eles levam a metade junto!

A crítica

Apesar da animação não ser muito inovadora, o filme envolve, misturando várias influências como O Senhor dos Anéis e Indiana Jones. E até Um Morto muito Louco, mostrando as aventuras dos dois caras com o pai pela metade. Mas a grande atração do filme – e que emociona – é a relação entre os dois irmãos. E aí entra o talento também dos dois  Vingadores, Chris Pratt e Tom Holland, novamente trabalhando juntos. Todas as cenas entre eles são perfeitas e na medida certa. E como a Pixar/Disney sabe fazer tão bem, pode ter certeza que você vai dar uma choradinha em algum momento emocionante. Não vai levar o Oscar, mas é uma graça de filme.

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