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Começa agora o início do fim de Homeland

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O dia não é dos melhores para a estreia de uma nova temporada, já que é no mesmo dia do Oscar. Mas depois de quase dois anos desde que vimos Carrie Mathison pela última vez, é um momento feliz para os fãs ver o início de mais uma temporada de Homeland. Sim , porque depois de ter sido resgatada da prisão russa por Saul no final da sétima temporada, Carrie agora está de volta ao trabalho, mesmo não estando aparentemente preparada para tanto. Essa é a temporada final da história, que vai estrear dia 9, no canal Fox Premium 2, simultaneamente com os Estados Unidos, às 23h30.

Homeland  é uma série de espionagem, que se passa no atual cenário geopolítico, passando pelas prisões sombrias de Bagdá (Iraque), pelas ruas de Beirute (Líbano), para atravessar a cordilheira entre o Iraque e o Irã, os becos de Langley , os salões do poder em Washington  e as temidas ruas de Islamabad (Paquistão), entre outros cenários emocionantes . Sempre seguindo as aventuras de Carrie (Claire Danes), uma agente da CIA, tão brilhante quanto instável.

Carrie retorna aparentemente recuperada  após o confinamento brutal na prisão russa. Mas sua memória ainda está fragmentada, o que é um problema para Saul (Mandy Patinkin), que agora é assessor de Segurança Nacional do novo presidente eleito Warner ( Beau Bridges).  O novo governo tem como prioridade terminar com o confronto no Afeganistão, e Saul está encarregado de negociar a paz com o talibã. Mas Cabul (Afeganistão) está cheio de mercenários, fanáticos e espiões. É por isso que  Saul precisa dos contatos e da experiência que somente sua agente pode fornecer. Contrariando a orientação médica, Carrie vai acompanhá-lo até a cova dos leões pela última vez.

Opinião

Eu já assisti os dois primeiros episódios, e o que fica claro desde já é que Carrie está sendo colocada na mesma posição que  Brody (Damian Lewis) esteve na  primeira temporada da série. Será que ela é uma traidora? Com seu transtorno bipolar é difícil para ela mesma saber. Mas o medo é claro em seus olhos com a possibilidade de que isso tenha acontecido, resultando na morte de antigos amigos e informantes.

Confesso que não assisti a sétima temporada de Homeland. A morte de Quinn (Rupert Friend) na sexta foi um pouco demais para mim. Mas, o fato de que a série busca inspiração nessa última temporada no conflito que funcionou tão bem na primeira (ainda a melhor de todas), me deixa animada. Também acho que uma anti-heroína tão diferente quanto Carrie merece mais uma chance. E isso se deve muito ao trabalho de Claire Danes. Ela ganhou dois Globos de Ouro, dois Emmys, e um SAG’s por sua atuação na série. E, além do mais, essa temporada tem mais um atrativo. O marido de Claire na vida real, Hugh Dancy, fará uma participação especial na série. Ele será John Zabel, um consultor do presidente Warner, e um oponente de Saul. Quero muito ver as cenas entre ele e Claire!

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