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Uma certa defesa da Torre Negra

Tenho que confessar que nunca li um livro de Stephen King. Mas sou fã de várias das adaptações de sua obra para o cinema e para a TV, como À Espera de um Milagre, Carrie, a Estranha e Haven (baseada em The Colorado Kid). Mas é claro que há outras mais fracas, e algumas somente medianas. A Torre Negra, que estreia esta semana nos cinemas, não está nem entre as piores, como muita gente andou falando, mas também não está entre as melhores. É um filme ok, com boas cenas de ação e atores muito competentes. Dá para assistir sem medo.

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A Torre Negra é uma série de vários livros de Stephen King, e sua adaptação tem sido discutida há mais ou menos dez anos. A direção esteve em alguns momentos ligada a J.J. Abrams e depois a Ron Howard (que permaneceu como produtor). Quando Nikolaj Arcel assumiu a história, ela já seria uma sequência, algo que acontece após todos os livros, trazendo novamente o herói, o pistoleiro  Roland Deschain (Idris Elba, sempre um charme),  que está preso em uma eterna batalha contra Walter O’Dim, também conhecido como O Homem de Preto (Matthew McConaughey). Entre os dois, está um garoto que vive em uma outra dimensão, Jake (o ótimo Tom Taylor) que pode ser a chave para impedir que o Homem de Preto destrua a Torre Negra, que mantém a união dos mundos.

O filme mistura elementos de faroeste, fantasia, ação, suspense, drama. E na maioria das vezes funciona. É claro que tem algumas coisas que me incomodam, como cenas com uma criança usando arma, mortes indiscriminadas, e um final meio inexplicável. Entendo que ele era necessário para já deixar um porta aberta (não resisti a uma piadinha, quem for ver o filme vai entender) para uma continuação. Mas a crítica acabou com filme, o público não foi assistir, e ele já é mais um grande fracasso do verão americano.

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Só que eu realmente não vi o grande problema com o filme. No final, é bem-feitinho, Idris Elba é sempre ótimo, e para os fãs de Stephen King, há uma série de referências divertidas às suas obras, como o circo de Pennywise, ou o pôster de Rita Hayworth, entre outros. Realmente não vi motivo para toda essa gritaria contra.

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