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O caso Collini é um belo drama de tribunal

Filmes e séries de tribunal são um gênero sempre em alta no cinema e na TV. Law & Order está por aí há muito tempo, o que não me deixa mentir. Vira e mexe, o cinema traz uma nova história poderosa, onde boa parte da ação se passa num tribunal. E, é claro, cheio de reviravoltas e momentos de tensão. Essa semana O Caso Collini , um drama alemão, chegou aos cinemas. Vale conhecer!

A história de O caso Collini

Ele é baseado no best-seller de Ferdinand von Schirach. Narra a história de um jovem advogado chamado Caspar Leinen (Elyas M’Barek), que é incumbido de fazer a defesa em um caso espetacular. O italiano Fabrizio Collini (Franco Nero) mata o respeitado industrial Hans Meyer (Manfred Zapatka ) em sua suíte de hotel em Berlim. Só que Caspar tem muito mais em jogo do que seu primeiro grande caso como advogado de defesa. A vítima é o avô de Johanna (Alexandra Maria Lara), sua namorada de infância. Além disso, Hans foi como um pai para o advogado.

Seu oponente no tribunal será Richard Mattinger (Heiner Lauterbach), advogado com um lendário histórico de vitórias, que inclusive foi seu professor. Para resolver o caso, Caspar tem que descobrir a razão pela qual Collini matou um cidadão exemplar como Meyer. O interesse público no caso é imenso, mas Collini permanece em silêncio. À medida que Caspar se aprofunda no caso, ele não é apenas confrontado com seu próprio passado. Mas principalmente se depara com um dos maiores escândalos judiciais da história alemã e uma verdade que ninguém quer saber.

A crítica

A história é fascinante, especialmente como Caspar vai unindo os pontos sobre a razão do crime. No início, nos primeiros 20 minutos, pouco acontece. Mas depois a história engrena, e mantém a audiência cada vez mais interessada. Há uma discussão sobre moral e também sobre justiça, mas nunca é chato. E uma vez que o julgamento começa, você não quer mais que ele pare.

E, é claro tem as atuações! Elyas M’Barek é um astro na Alemanha, mas eu confesso que só lembro dele como o líder dos vampiros de Instrumentos Mortais. Faz um bom trabalho. Já Alexandra Maria Lara, de quem virei fã após Rush –  No Limite da Emoção, está ótima como sempre. Só que quem brilha mesmo, como sempre, é Franco Nero, no papel do assassino. Impossível não ficar tenso, ou se emocionar com ele. Maravilhoso!

 

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