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Jeffrey Dean Morgan em busca de um serial killer em Postais Mortíferos

O que me chamou a atenção num primeiro momento em Postais Mortíferos foi a presença de Jeffrey Dean Morgan. Sou fã assumida dele tanto como ator, como por charme e beleza. E apesar de certos lugares comuns, o filme sobre um serial killer me manteve atenta até o fim. Claro, não é nada especial. Mas, funciona. E para quem quer ver um bom policial – e Jeffrey Dean Morgan – o filme estará no Telecine neste sábado, às 22 horas. Também está disponível no app do Telecine. Não vai se decepcionar.

Tudo começa quando o detetive de Nova York Jakob Canon, recebe a notícia de que sua filha recém-casada e o marido foram assassinados durante a lua de mel em Londres. Ao investigar o que aconteceu, a contragosto da polícia local, ele percebe que a morte tem ligação com uma outra. E ainda, que em ambos os casos um jornalista local recebeu um cartão postal com uma mensagem que tem a ver com a situação. É quando ele viaja pela Europa investigando. E chega à Suécia, onde recebe a ajuda de uma jovem jornalista americana.

O filme se baseia no best-seller de James Patterson. Ele já teve outras de suas obras adaptadas para o cinema. é só lembrar de Beijos que Matam e Na teia da aranha. A história de Postais Mortíferos foi escrito em conjunto com a sueca Liza Marklund. Deve ser por esse motivo que boa parte da ação se passa em Estocolmo.

A crítica

Jeffrey faz o papel do tira durão, que questiona os métodos de rabalho dos colegas europeus. Stallone adoraria o papel, rs. Mas é claro que Jeffrey é muito melhor, especialmente nos momentos dramáticos. O filme tem uma boa reviravolta no meio. O final é um pouco forçado, lembrando até A garota na teia de aranha. Além de Morgan, o filme ainda tem no elenco Cush Jumbo como a jornalista. Os fãs de The Good Wife vão lembrar que os dois trabalharam juntos na série. E a química funciona. Também fazem parte do filme Denis O’Hare e Famke Janssen. Eles não tem muitas oportunidades. Mas ok! No final, o que fica é um filme bem razoável. O final dá a entender que poderia haver uma sequência. Quem sabe? Mas só se tiver Jeffrey Dean Morgan. Rsrs!

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