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A força de Jake Gyllenhaal em Nocaute

Você conhece os mais famosos filmes sobre lutas de boxe, Rocky, Touro Indomável, O Campeão, Menina de Ouro. Todos têm em comum a história da vida de lutadores que enfrentam várias perdas e momentos difíceis. Com isso, passaram para a história do cinema com Oscars, grandes interpretações (bem, tinha Burgess Meredith no primeiro Rocky…) e consideráveis números nas bilheterias. Como roteiro, Nocaute, que estreia esta semana nos cinemas, não usa uma fórmula diferente de todos eles…

Quando o filme começa, o boxeador Billy “The Great” Hope (Jake Gyllenhaal) tem tudo o que sempre sonhou: o cinturão de campeão, uma esposa apaixonada (Rachel McAdams), sua linda e precoce filha Leila (Oona Laurence), uma mansão com piscina, carros, dinheiro. Até que um terrível golpe do destino lhe rouba tudo, até sua filha. Atrás de uma nova chance, ele pede ajuda ao treinador Tick (Forest Whitaker) que pode lhe ensinar não apenas a se portar melhor no ringue, mas também em seu dia a dia.

Ou seja, sem grandes novidades. Mas a forma de mostrar as lutas, é bem crua, e a câmera faz questão de mostrar todos os detalhes dos momentos mais violentos e sangrentos. O diretor Antoine Fuqua nunca foi conhecido por seu refinamento. É só lembrar de Dia de Treinamento e Invasão à Casa Branca, por exemplo. Mas aqui ele tem um de seus melhores trabalhos, que ultrapassa os clichês do roteiro, em cenas cheias de adrenalina.

Só que nada tem mais brilho do que seu elenco. Mesmo num papel ingrato, que nos faz querer muito mais, Rachel MacAdams está maravilhosa, linda e como sempre tem uma presença marcante. Já Jake Gyllenhaal, que já tinha impressionado no ano passado em O Abutre, aqui está igualmente poderoso, num papel completamente diferente. Sua atuação como Billy é feroz, totalmente enlouquecida no ringue, e totalmente terna quando está em família. Por incrível que pareça, Jake entrou no lugar de Eminem, que já tinha começado a filmar mas desistiu para focar em sua carreira musical (pelo menos essa é a posição oficial). Viva a diferença!!!

Só por esses dois, o filme já valeria muuuito a pena. Mas tem ainda a trilha, o penúltimo trabalho de James Horner (a quem o filme é dedicado). Tem também boas cenas de luta e uma história de superação, que por mais “manjada” que seja, ainda atrai e emociona. É um filme que eu recomendo.

 

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