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A Ascensão Skywalker é o filme que os fãs de Star Wars esperam

Acompanho Star Wars desde criancinha – fiz até peça no colégio onde eu obviamente era a Princesa Leia, rs. Já vi e revi todos os filmes várias vezes. Adoro O Império Contra-Ataca (V), O Retorno de Jedi (VI) e O Despertar da Força (VII). Em vários momentos de minha vida, Star Wars, de alguma maneira, teve um papel importante. Então, era com grande expectativa que aguardava o desfecho dessa saga de Luke e Leia  – e Han, C3PO, R2D2 etc. Agora, essa semana chega aos cinemas Star Wars: A Ascensão Skywalker, ou Episódio IX.

Dirigido por JJ Abrams, um dos caras que mais admiro em Hollywood por sua preocupação em agradar os fãs, A Ascensão Skywalker traz os membros da Resistência continuando a lutar contra seus opressores. A gente ficou sabendo após assistir ao trailer que o Imperador Palpatine, que todo mundo acreditava que havia morrido pelas mãos de Darth Vader em O Retorno de Jedi, estava de volta. Assim, Rey (Daisy Ridley), Finn (John Boyega) e Poe (Oscar Isaac) têm que juntar forças e lutar contra ele, além de enfrentar também Kylo Ren (Adam Driver).  Além disso, Rey também descobre a sua origem.

A Experiência inesquecível

Talvez para aqueles que não são grandes fãs da saga, que viram um filme aqui outro ali, seja difícil de entender a grandeza dessa história. Muitos não vão perceber as referências, a estrutura similar a de O Retorno de Jedi, e principalmente, não irão reconhecer situações e personagens. Provavelmente, não irão aproveitar tanto a experiência. Isso porque A Ascensão Skywalker é um filme para deixar os fãs enlouquecidos, para emocionar. Se você é como eu, se prepare para sair  com os olhos inchados do cinema.

Não é spoiler dizer que Mark Hamill e Billy Dee Williams também participam como Luke e Lando Calrissian (que delícia vê-lo novamente). Também todos sabem que JJ conseguiu manter Leia na história usando cenas não utilizadas de Carrie Fisher de O Despertar da Força. Os momentos dela se tornam assim ainda mais emocionantes. Mas há muito mais, e referências principalmente à trilogia original, mas também a The Clone Wars.

Algumas perguntas são deixadas sem resposta (o que Finn ia dizer para Rey?), os aparentes caminhos românticos da história tomam outra direção, Keri Russell não tem muito o que fazer, assim como Dominic Monaghan (de Lost). Mas, o envolvimento de quem é fã é tão grande que ninguém se importa com isso. Quando a música de John Williams começa a tocar antes de uma batalha onde tudo parecia perdido, é impossível não querer gritar e aplaudir. E o fim? Nossa, acho que vou me emocionar de nova só com a lembrança! Obrigada, JJ, assim como com Star Trek, você proporciona aos fãs algo para celebrar. E para ter vontade de ver novamente.

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