Em geral, eu gosto do cinema extremamente masculino de Guy Ritchie. Dos mais recentes, gosto de Esquema de Risco e especialmente de Guerra sem Regras. E agora, Ritchie volta a trabalhar com seus atores principais daquele filme, Henry Cavill e Eiza Gonzalez em Na Zona Cinzenta. Pena que o resultado fique bem aquém do filme anterior. Entretanto, quando você tem bonitos como Jake Gyllenhaal e Henry Cavill no filme, a história perde um tanto da importância. Rsrsrs.

Na trama, Gyllenhaal e Cavill são Bronco e Syd, respectivamente, dois braços-direitos da experiente negociadora Sophia (Eiza González). Encarregada de recuperar uma fortuna das mãos de um perigoso chefão do crime, ela não hesita em chamar seus aliados de longa data para ajudá-la a colocar em prática um plano minucioso e, claro, muito arriscado. Assim, os três partem para uma ilha fortemente guardada e dão início a um verdadeiro jogo de gato e rato, que vai exigir deles muita estratégia e resistência – especialmente se quiserem sair de lá vivos.
O que achei?
Na verdade o que me incomodou bastante foi o início, quando acompanhamos os preparativos para a proteção da personagem de Eiza Gonzalez. É cansativo e repetitivo. É certo que quando isso termina e a ação efetivamente começa, Na Zona Cinzenta passa a ser divertido, com ação ininterrupta. O certo é que Guy Ritchie faz com que o filme seja eficiente especialmente por causa do carisma de atores em quem confia e com quem já trabalhou antes. Henry Cavill, Jake Gyllenhal e Eiza Gonzalez estão lindos, charmosos, e fazem de maneira eficiente personagens muito similares a alguns que já fizeram anteriormente. Ainda há uma participação especial de Rosamund Pike, que deve ter gravado todas as suas cenas de uma vez no mesmo cenário.

A fotografia é linda (as filmagens aconteceram em Tenerife, Ilhas Canárias e Espanha). O figurino também é eficiente, marcando os belos corpos de todos os envolvidos. O roteiro tem alguns momentos bem divertidos. Especialmente entre Cavill e Gillenhaal, que até agora é difícil de saber se fazem um casal ou se são realmente muito irônicos, rsrs. Com isso tudo, Na Zona Cinzenta me parece um filme que é uma colagem de vários outros do diretor. E por causa disso é que diverte, mas me parece muito esquecível.









































