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O retorno dos Sete Homens

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Os remakes de filmes clássicos chegaram com toda a força nessa temporada. E devo dizer que apesar do grande barulho contra da maioria dos puristas, gostei dos três mais recentes, Ben-Hur, Meu Amigo, o Dragão (que estreia semana que vem) e de Sete Homens e um Destino, que estreia nesta quinta. Pouco me lembro do filme de 1960, com Yul Brynner, Steve McQueen e Charles Bronson, que já era uma adaptação do clássico japonês, Os Sete Samurais. É pouco provável que muitos sem lembrem. Portanto, com a cabeça aberta para o novo, vale conhecer esta refilmagem envolvente e cheia de ação.

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Logo após a guerra civil americana, a cidade de Rose Creek é ameaçada por Bartholomew Bogue (Peter Sarsgaard). Então, uma moradora da cidade (Haley Bennett) resolve conseguir a ajuda de um conhecido pistoleiro, Sam Chisolm (Denzel Washington), que resolve aceitar o desafio. Só que ele sai em busca de apoio e junta outros seis homens: o jogador Josh Faraday, o atirador Goodnight Robicheaux (Ethan Hawke), um especialista em trilhas, Jack Horne (Vincent D’Onofrio), o especialista em facas, Billy Rocks (Byiung-hun Lee), um fora da lei mexicano, Vasquez (Manuel Garcia- Rulfo, em papel que era de Wagner Moura), e ainda um guerreiro Comanche, Red Harvest (Martin Sensmeier). Eles planejam antecipar o que poderá acontecer antes de um violento confronto. Só que ao conhecer os cidadãos locais, eles percebem que tudo isso vai envolver muito mais do que esperavam.

Já virou um clássico a piada do diretor Antoine Fuqua, ao dizer que só se envolveu no projeto por causa do desejo de ver Denzel em cima de um cavalo. E as filmagens devem ter sido um bom momento entre amigos, já que reuniu novamente Antoine e Denzel com Ethan Hawke, anos depois de Dia de Treinamento. Mas obviamente, depois de seu melhor filme, Nocaute, Fuqua teve prazer em homenagear os grandes diretores de faroestes como John Ford e principalmente Sergio Leone.  A primeira parte é tranquila e tem até momentos divertidos, onde Chisolm reúne os outros homens. Mas a segunda, com um tiroteio longuíssimo (mas que não cansa em momento algum) é de ação todo o tempo. Além disso, o filme tem todas as características de um bom faroeste: amizade, redenção, coragem, honra, além é claro de bebedeiras, cavalos e alguém fazendo um truque de cartas.

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No elenco, Denzel domina (claro), Chris Pratt joga seu charme divertido fazendo, como sempre, Chris Pratt (mas a gente adora, não?), Vincent D’Onofrio cria um personagem com uma voz irritante e um jeito que nos faz esquecer totalmente que um dia ele já foi galã. O filme terá um lançamento simultâneo com os Estados Unidos, onde se espera que seja um sucesso, com uma estimativa de 35 milhões só no primeiro fim de semana. E para quem espera pela música famosa (a da terra de Malboro) do filme de 1960, ela infelizmente só chega nos créditos finais. Mas vale a espera!

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