Quem me acompanha por aqui sabe que sou fã de Bridgerton. Então logo fui assistir a primeira parte de temporada 4, que estreou essa semana na Netflix. O irmão Bridgerton da vez é Benedict ( que sempre achei o mais bonito da turma ). E a temporada pretendo contar a história de Cinderela dele com Sophie. É fofa, mas a temporada tem mais.

A temporada se baseia no livro Um Perfeito Cavalheiro, de Julia Quinn. A trama tem uma virada após a identidade de Lady Whistledown foi revelada e acompanha como a vida de Benedict (Luke Thompson), o segundo dos oito filhos de Violet (Ruth Gemmell), muda depois que seu caminho cruza com a Dama de vestido prateado no baile de máscaras da família. Ele não sabe, mas por trás da máscara estava Sophie Baek (Yerin Ha), a filha bastarda de um lorde que sofre nas mãos da madrasta e da meia-irmã, sendo feita de refém e criada na casa de seu falecido pai.
O que achei?
Benedict sempre foi um personagem fascinante. E para quem não leu os livros, é mais interessante ainda ver quem é a mulher que vai conquistá-lo. E a história de Sophie não poderia ser mais Cinderela. É descarado mesmo. E não só a Cinderela clássica, mas também pega referências de filmes como A Nova Cinderela e Para Sempre Cinderela. Há a madrasta super vilã ( feita por Katie Leung, a Cuo Chang dos filmes de Harry Potter – pois é, o tempo passa pra todos) , as irmãs , o baile, a fuga à meia-noite. As cenas da baile são simplesmente maravilhosas, e Yerin Ha (da série Duna: A Profecia) e Luke Thompson , que fazem Sophie e Benedict tem grande química. Você acredita que eles realmente estão se apaixonando.

A forma como o roteiro nos envolve com essa história é extremamente eficiente. Especialmente quando Benedict percebe que ele ama Sophie e não a Dama de prata durante o chá da tarde. E, claro, a cena final, quando você espera que as coisas saiam de uma maneira, e elas saem bem diferente ( mas em pleno acordo com o que se esperaria de uma cavalheiro da época ). É claro que a gente sabe que tudo se resolverá na parte 2 que vai estrear no final de fevereiro, mas o cliffhanger funciona.

Só que não é só isso na história. Agora os empregados das casas ganham destaque, bem na linha de Downton Abbey e A Idade Dourada. Eloise e Francesca estão de volta da Escócia . Eloise está se conformando em ser uma solteirona , enquanto Francesca tem problemas óbvios na cama com o marido. Colin, que não tem quase nada de importância na história nessa temporada, agora vive feliz com Penélope. Mas ela enfrenta situações difíceis agora que todos sabem que ela é Lady Whistledown. Anthony é Kate estão na Índia , e não aparecem nesse início.

Mas há surpresas boas e outras pouco eficientes. Nesse segundo caso, está o conflito entre Ágatha e a rainha. Parece que não tinham o que fazer com as duas e arrumaram um conflito bobo e dispensável. Entretanto, a melhor surpresa foi o arco da matriarca dos Bridgerton, Lady Violet. A história da redescoberta da paixão com lord Marcus foi sensacional. É o final mais ainda. Ou seja, ssa primeira parte da temporada 4 de Bridgerton valeu bastante. Agora é contar os dias para conhecer o desfecho da história. Ela parece bem complicada para o lado de Benedict.










































