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Uma chance para descobrir The Glades

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Tem algumas séries que quando você menciona em uma roda de amigos e parece que só você conhece. Como assisto muita coisa, isso acontece muitas vezes. Uma delas, recentemente, foi com The Glades. Como ? Não conhece também? Ela teve o “brilhante” título no Brasil de Destino Final: Palm Glade (???), e foi exibida tanto no canal A&E como na Globo (de madrugada, claro). Eu adorava a série, que durou quatro temporadas. Mas agora, você também vai ter a oportunidade de conhecer, pois todas as temporadas serão disponibilizadas na Netflix a partir de amanhã, 1 de junho. Vale a pena!

A série começa acompanhando o gatíssimo e brilhante detetive Jim Longworth (Matt Passmore), que foi transferido da divisão de homicídio da polícia de Chicago após ser acusado de ter um caso com a mulher de seu chefe. A princípio, Longworth acreditou que a mudança para a Palm Glade, na Flórida seria tranquila. Mas ele acaba descobrindo que o paraíso está longe de ser perfeito no departamente de polícia local e passa a usar seus métodos pouco convencionais para investigar crimes brutais e misteriosos. É claro que ele também tem tempo de observar Callie Cargill (Kielle Sanchez), uma enfermeira sempre disposta a ajudar.

Aparentemente, seria mais uma série sobre detetives, com o caso policial da semana. Mas o charme divertido do ator australiano Matt Passmore como Jim, que utiliza métodos (e jeito) nada ortodoxos para descobrir os culpados é um diferencial. Nesse ponto lembra um pouco The Mentalist, mas sem a carga pesada de Red John. Além disso, os personagens tem histórias próprias, que os tornam envolventes, o que é a chave do sucesso de qualquer série.

Se você busca um série divertida, interessante, The Glades é uma boa opção. Não é um marco da TV, mas é gostosa de ver. O único problema foi o final que acabou em cliffhanger (sem spoilers aqui). Merecia um filme da semana, nem que fosse para dar uma resposta para todos que a acompanharam por quatro temporadas.

“O amor faz as pessoas fazerem coisas malucas. Até as pessoas mortas” Jim Longworth

 

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