fbpx

O legado da primeira temporada de Supergirl

 data-srcset

Acompanhei com muito interesse todas as etapas desde o anúncio que uma série sobre Supergirl seria produzida. Afinal, lembro que quando era menina tinha adorado Supergirl – o Filme, que foi um grande fracasso nos cinemas (e analisando hoje, é fraquinho mesmo). E como a série ia ser ´produzida pela mesma “linha de montagem” que já havia sido bem-sucedida com Arrow e The Flash, a probabilidade de acerto era grande. Quando anunciaram que Melissa Benoist, que eu já conhecia de Glee, havia sido a escolhida para o papel principal, Kara Danvers/ Supergirl, a série me conquistou de vez mesmo antes de ver o primeiro episódio.

Hoje (4) o último episódio da primeira temporada vai ser exibido no Warner Channel, às 22.30. A série ainda não teve a notícia da renovação oficial, mas a expectativa é que ela retorne. Claro, os números de audiência da estreia nunca mais foram alcançados nos Estados Unidos. Mas também não se pode esquecer que a série é exibida no canal CBS por lá, que tem uma audiência mais velha que a esperada para Supergirl. Só que outras conquistas são importantes  de ressaltar. Ela funciona muito bem com um público jovem e feminino, deixou todo o mundo torcendo por um romance inter-racial entre Kara e James (Mehcad Brooks, lembra dele em True Blood?); deu oportunidade a Calista Flockhart de deixar as chatinhas que ela estava acostumada a fazer na TV com a forte e irônica Cat Grant (viu o episódio com a piada sobre Harrison Ford? Rs); criou uma boa parceria entre Kara com J’onn J’onzz, o Caçador de Marte (o ótimo David Harewood. Você já reparou nas orelhas dele? São de duende!!!); tem ótimos efeitos especiais; e é claro, tem a doce Melissa, perfeita como Kara e uma heroína clássica como Supergirl.

Obviamente alguns episódios foram bem melhores que outros, mas no geral, Supergirl atendeu às expectativas dos fãs de  do universo da DC para a personagem. A preocupação em agradar aos fãs é evidente. Com isso, as várias participações especiais com atores que tiveram em algum momento um certo tipo de ligação com  Superman/Supergirl foram uma atração à parte – brilhante ensinamento de Smallville. Começando com Dean Cain ( As Aventuras de Lois & Clark) e Helen Slater (a Supergirl do cinema) como os pais adotivos de Kara, e Laura Vandervoort (a Supergirl de Smallville) como a vilã Indigo, além da participação de Grant Gustin como Barry Allen/The Flash, numa delícia de crossover. Será que seria muito esperar que um dia  Tom Welling aparecesse como Superman? Mantenha os dedos cruzados!!

Neste final de temporada, Kara terá que salvar o mundo – de novo. Seu tio Non (Chris Vance) tem toda National City sob o efeito da Míriade, um artefato que controla as mentes da população. Ele conta com a ajuda da vilã Indigo ( Laura Vandervoort), que toma o corpo de Alex Danvers (Chyler Leigh) e fará de tudo para eliminar a heroína. Mas dessa vez ela vai contar com ajuda  de  J’onn J’onzz (David Harewood) e Maxwell Lord (Peter Facinelli). É óbvio que Kara triunfa senão não estaríamos aqui falando sobre a próxima temporada (bem, Jon Snow e Buffy Summers estão aí para provar o contrário…). E deixa dois cliffhangers no ar… E a gente querendo mais…

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *