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Para conhecer Bright, a produção mais cara da Netflix, com Will Smith

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A Netflix tem cada vez mais investido em produções – caras –  de filmes que tem cara de cinema, com astros de cinema, que vão direto para o serviço. Com isso fechou um acordo de vários filmes com Adam Sandler, produziu War Machine com Brad Pitt, o fofíssimo Okja, e agora dá início a sua parceria com Will Smith com Bright. Com um custo de produção entre 90  e 100 milhões de dólares, é a produção mais cara da Netflix até hoje. Programado para ser lançada em  22 de dezembro  exclusivamente no serviço, Bright teve seu primeiro trailer exibido ontem (20) na ComicCon.

Bright é situado em um tempo presente e alternativo, onde criaturas como orcs e elfos (lembra deles de O Senhor dos Anéis?) vivem e trabalham lado a lado com os humanos. Há entretanto um rígida hierarquia se formando entre as raças: os chiques e bonitos elfos  estão no top, enquanto os humanos ficam no meio e os orcs ficam por baixo. A história é um suspense de ação, dirigido por David Ayer (que já trabalhou com Will em Esquadrão Suicida), que acompanha dois policiais de diferentes procedências. Ward, um humano (Will) e Jakoby, um orc (Joel Edgerton), embarcam em uma patrulha noturna rotineira que vai alterar o futuro do mundo como eles o conhecem. Lutando para superar suas diferenças pessoais e também as investidas de vários inimigos, eles deverão trabalhar juntos para proteger uma relíquia mortal, que deveria ter caído em esquecimento e que, em mãos erradas, poderia destruir tudo. O elenco tem ainda Noomi Rapace, Lucy Fry, Edgar Ramirez, Ike Barinholtz, Enrique Murciano, Jay Hernandez, Andrea Navedo, Veronica Ngo, Alex Meraz, Margaret Cho, Brad William Henke, Dawn Olivieri e Kenneth Choi.

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Will, Joel Edgerton e o diretor estiveram na Comic-Con, com Noomi Rampace e Edgar Ramirez, não só para mostrar o trailer mas também para falar sobre o ambicioso projeto. Will já começou brincando sobre a discussão de preconceito racial que é abordada no filme. “É um mundo bizarro. Joel faz o primeiro orc a trabalhar para a polícia de Los Angeles. Foi legal fazer um policial afro-americano e achar uma outra pessoa para ser racista. Você nunca está do lado do racismo quando você é negro. Do tipo,  ‘escute cara, eu não quero orcs no meu carro'”

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É claro que esse tipo de piada pode criar problemas, mas  de qualquer maneira, pelo trailer, o filme parece interessante, apesar de em alguns momentos me lembrar aquele filme dos anos 80, Missão Alien,  com James Caan e Mandy Patinkin, que depois chegou até a virar série. De qualquer maneira, a parte mágica deve fazer a diferença. Fiquei curiosa!

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