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O prazer de ver Chris Pine em Legítimo Rei, da Netflix

Chris Pine faz um bom herói como ninguém. Além de obviamente lindo (aqueles olhos!), ele desempenha com grande verdade esses personagens tão especiais. É assim com o Capitão Kirk, o jovem condutor de trem de Incontrolável e, é claro, Steve Trevor, o verdadeiro grande herói do filme da Mulher-Maravilha. Agora, ele chega em mais um desses papeis grandiosos: Robert Bruce, em Legítimo Rei, filme que estreou hoje na Netflix.

A história baseada num herói verdadeiro, começa onde Coração Valente (o filme ganhador do Oscar de 1995, com Mel Gibson) terminou. Agora, os nobres escoceses tem que aceitar a soberania da Inglaterra sobre seu território. Mas é claro que isso não dura muito tempo. Logo,  um deles, Robert Bruce acaba se revoltando com a situação, e monta um pequeno exército após ser coroado rei. Mas, mesmo dentro de seu pais ele enfrenta divisões. Além de ter que conquistar apoios internos, Robert tem que viver numa fuga contínua do Rei da Inglaterra.

O filme reúne Chris com seu diretor de A Qualquer Custo, David Mackenzie. Mas o filme não poderia ser mais diferente do anterior. A história é bem contada mesmo para quem desconhece a história da Escócia. mas a forma é bem tradicional, sem grandes  diferenciais na forma de narrar ou mesmo de filmar essa história que tinha tudo para ser grandiosa. Mesmo o ápice, a batalha final, perdeu muito de seu apelo depois que Game of Thrones mostrou algo similar e melhor na Batalha dos Bastardos.

Mas ainda assim , o filme é bom de ver. O diretor cortou 20 minutos da versão que foi exibida no Festival de Toronto há alguns meses. Mas não precisa se preocupar (rs), o tão falado nu frontal de Chris Pine continua lá. Mas é tão rapidinho!! De qualquer forma, o filme também acerta em mostrar um lado romântico de Robert Bruce com sua mulher, Elizabeth (Florence Pugh, de Lady MacBeth). A química dos dois funciona bem.

Várias outras caras conhecidas também estão presentes no filme. Eu confesso que demorei para reconhecer Aaron Taylor-Johnson (o Kick-Ass), como James Douglas. E também tem um monte de gente que os fãs de Game of Thrones vão lembrar. O rei da Inglaterra é vivido por Stephen Dillane, o Stanis Baratheon da série, e ainda James Cosmo, que era Jeor Mormont, aqui faz o pai de Robert.

Finalizando, um detalhe divertido foi que nas legendas os nomes de Robert e Elizabeth são traduzidos para Roberto e Isabel. Me senti vendo um filme português, que tem tradição nessas traduções. O mais engraçado é que outros nomes em inglês não são traduzidos – John, Marjorie, Edward, Henry. Rsrsrs, cada uma que a gente vê!

As fotos usadas nessa matéria são de divulgação

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