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O “prazer com culpa” de A Estranha Perfeita

Sempre digo que é impossível ver tudo que está disponível no streaming. Então, além dos lançamentos badalados, adoro receber dicas/sugestões de programação. Um amigo querido recentemente me indicou o filme francês A Estranha Perfeita. Não confundir com a produção americana do mesmo nome, estrelada por Halle Berry e Bruce Willis, que é ruim, mas como adoro os dois vejo sempre, rs. Esse é uma produção francesa de 2011, que está disponível na Amazon Prime Vídeo. Tem uma história envolvente, que você fica querendo muito saber como vai terminar.

O francês Jonathan Hopkins (Bruno Debrandt) vive uma vidinha medíocre, mas tem problemas de relacionamento com a mulher, Lucie (Marie Dernarnaud). Ela vem agindo estranhamente, como se o detestasse, mesmo apenas 3 meses após o casamento. Só que logo após herdar uma imensa fortuna de seu pai que nunca conheceu, Jonathan recebe a notícia chocante. A mulher sofreu um acidente de carro. Entretanto, ao entrar no quarto do hospital, ele se depara com uma completa desconhecida (Audrey Fleurot), que não consegue falar devido a sequelas do acidente. Contudo, os documentos provam que aquela é sua mulher. Jonathan então precisa descobrir o que aconteceu com a verdadeira senhora Hopkins, e quem é aquela estranha que parece perfeita.

A crítica

O filme é de 2011, e é baseado em um livro de sucesso na França.  Os autores são Pierre Boileau e Thomas Narcejac, responsáveis por histórias policiais famosas como Diabolique e Um Corpo que Cai. Pode se dizer que é um daqueles “prazeres com culpa”, rsrs. É uma produção para a TV, com claras restrições orçamentárias. É um daqueles casos em que o filme tem vários buracos no roteiro, a direção é fraca. Mas tem algumas boas cenas sensuais (a da massagem é bem interessante). E você acaba ficando muito curiosa. Especialmente pelos motivos de Jonathan por aceitar a estranha (o que não ficou claro para mim). E obviamente, quem é aquela mulher, que entrou no lugar  de Lucie.  A resolução pode ser meio maluca, mas de qualquer maneira, me manteve interessada até o final. É mais do que boa parte dos filmes que assisto.

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