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Com astros lindos e elegantes, O Agente da U.N.C.L.E. chega aos cinemas. E diverte!

Pouco me lembro da série produzida nos anos 60 que vi em algumas poucas reprises anos depois quando ainda era menina. É bem provável que poucos ainda tenham mais do que uma pequena lembrança, uma memória afetiva (veja a abertura abaixo). Portanto, a maioria vai se surpreender com a versão para o cinema de O Agente da U.N.C.L.E., que estreia esta semana por aqui. Uma coisa é certa: o filme é bom. Então por que foi considerado um fracasso desde que entrou em cartaz nos cinemas americanos?

Além da razão óbvia que poucos se lembram da série, a mais provável é que o filme é muito refinado para os padrões da maioria de consumidores que frequenta os cinemas atualmente. Elegante até o último fio de cabelo de seus lindos intérpretes, O Agente da U.N.C.L.E lembra as primeiras aventuras de James Bond, quando Sean Connery ainda era o famoso agente. A história conta como o agente da CIA, Napoleon Solo (o Homem de Aço, Henry Cavill) tem que começar a trabalhar ao lado de um antigo inimigo, o agente da KGB Ilya Kuryakin no auge da guerra fria, no início da década de 1960. Forçados a deixar de lado as antigas diferenças, os dois se unem em uma missão para parar uma misteriosa organização criminosa internacional, empenhada em desestabilizar o poder com a proliferação de armas nucleares e tecnologia militar. A única pista da dupla na investigação é a filha de um cientista alemão desaparecido, Gaby (Alicia Vikander). Os dois precisam então correr contra o tempo para encontrar o cientista e evitar uma catástrofe mundial. Com muito charme, é claro!

As cenas de ação são bem-feitas, o filme é fácil de seguir, ninguém fala um palavrão e os figurinos e a trilha sonora são simplesmente perfeitos. Henry Cavill funciona como Napoleon. Tem muito mais charme aqui do que como Superman, e é tão lindo! Depois de praticamente todos os homens bonitos de Hollywood terem sido testados, ele ganhou o papel quando Tom Cruise desistiu para se dedicar mais ao último filme de Missão Impossível. Já Armie Hammer tem até mais chances com um personagem um pouquinho mais complexo, que sente raiva, revolta, se apaixona, enfim parece mais humano do que Solo. Apesar da evidente diferença de altura entre os dois, a química funciona.

Dirigido pelo ex de Madonna, Guy Ritchie, o filme ainda tem uma surpreendente participação de Hugh Grant, Alicia Vikander, Jared Harris e a interessante Elizabeth Debicki (O Grande Gatsby), como a vilã. Só pena que não tivemos participações especiais dos originais Robert Vaughan(Solo) e David McCallum (Ilya), que você conhece como o Duckie de NCIS.  Vale assistir O Agente da U.N.C.L.E  , você vai se lembrar daqueles momentos tão divertidos de sessão da tarde de quando era criança!

 

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