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A Mulher Invisível de Elizabeth Banks e outros filmes de monstros

Lembra quando a Universal lançou A Múmia, com Tom Cruise, com um grande investimento de marketing? A ideia era que o filme fosse o primeiro de um universo de terror, com outros grandes astros assumindo personagens clássicos das histórias de monstros. Um deles, inclusive, era Johnny Depp como o Homem Invisível. Só que A Múmia foi malhado pela maioria da crítica, e não deu o retorno esperado nas bilheterias. Ou seja, toda a estratégia “monstruosa ” foi repensada. Depois de tudo isso, os planos mudaram. O Homem Invisível se tornou A Mulher Invisível. E, com muito menos investimento, é claro,  o projeto agora ficou nas mãos de Elizabeth Banks.

Outra Elisabeth com problemas de invisibilidade

E, além de fazer o papel principal, Elizabeth Banks também será a diretora do filme. Isso sem contar que o roteiro será baseado em uma ideia dela. Ainda não foram divulgados detalhes, mas o que já se sabe é que esse não será o único filme sobre gente Invisível que será lançado num futuro próximo. Há outro, este chamado de O Homem Invisível, que é estrelado por Elisabeth Moss. Atualmente em pós-produção (o lançamento deve ser em fevereiro), o filme é dirigido por Leigh Wannell. Conta a história de uma mulher (Moss), cujo marido se suicidou e deixou para ela toda a fortuna. Só que ela acha que tem algo errado nessa história, e começa a se sentir perseguida por alguém que as pessoas não podem ver. No elenco também está Oliver Jackson-Cohen, de A Maldição da Residência Hill.

E ainda…

Também foi anunciado recentemente que o diretor Dexter Fletcher (de Rocketman) recebeu luz verde para filmar Renfield. Essa produção irá contar a a história do ajudante de Drácula. Esse não tem ainda uma data para lançamento. mas não deve ser próxima. Isso porque antes disso, Fletcher ainda vai dirigir Sherlock Holmes 3, novamente com Robert Downey Jr.  e Jude Law, programado para estrear em 2021.

Lembra do Renfield nojento de Tom Waits em Drácula de Bram Stoker?

De qualquer maneira, essas novas estratégias comprovam que tanto a Warner, com os filmes da DC, como a Universal, com seu time de monstros do Dark Universe, aprenderam a duras penas que é muito complicado montar um Universo cinematográfico. A Marvel demorou anos estudando estratégias para fazer com que isso funcionasse. Como o exemplo de Coringa mostrou, é melhor seguir com o legado desses personagens, sem juntá-los . Abre-se assim o leque para que cineastas possam contar suas histórias de seu próprio jeito. E quem sabe assim ter mais um sucesso de 1 bilhão nas mãos?

Os astros do Dark Universe, que não existe mais

 

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