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A decepção de Entre realidades, da Netflix

Continuando a minha saga de buscar filmes não tão badalados na Netflix, me deparei com Entre Realidades. A sinopse era boa. “Sarah é uma mulher sonhadora e socialmente desajeitada. Apaixonada por artes e artesanato, cavalos e  por uma série de crimes sobrenaturais, ela percebe que seus sonhos estão cada vez mais reais. Com isso, começa a se perguntar o que é realidade e o que é ilusão”. Além disso, o filme é estrelado por Alison Brie, a sempre competente atriz de Glow. Entretanto, foi uma decepção. Entre Realidades fica bem longe de qualquer realidade possível, além da história não ter pé nem cabeça.

Tudo até que começa bem. Você logo percebe que aquela aparente vidinha simples de Sarah como vendedora de uma loja de decoração será logo deixada de lado por algo sobrenatural. Isso se torna claro quando ela começa a ter sonhos esquisitos, que a levam para lugares estranhos. Só que o que parecia que se tornaria um filme de terror, logo demostra que não é coisa alguma.

Num segundo momento, o filme parece que vai pelo caminho da esquizofrenia. Sarah parece estar ficando maluca. Mas tudo, levado aos trancos e barrancos com um roteiro confuso e mal amarrado. Tudo fica ainda mais absurdo com o final, que parece ter sido feito para deixar você se perguntando “o que é isso?”. É realmente uma pena, já que Alison Brie está excelente no papel principal. A atriz, assim como a coadjuvante Molly Shannon, mereciam um material melhor. Pelo menos, algo que fizesse sentido.

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