O prazer de mais uma temporada de Arquivo X

Sou fã de Arquivo X há milhões de anos. Acho que é uma das três melhores séries já produzidas até hoje, ao lado de Lost e Game of Thrones. E tantos anos – 25 desde que foi lançada –  depois, ela ainda é relevante, já que em tempos como os de hoje, conspirações, coisas improváveis, e gente doida no governo, não parecem algo que só sairia da cabeça do criador da série, Chris Carter. É real, e o mais divertido é  imaginar a cara de Fox Mulder diante de tudo isso que acontece por aí.

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Isso é possível já que a 11ª temporada da série, que terá 10 episódios –  estreia hoje (10), às 23 horas no canal Fox. Depois que a 10ª temporada, feita tantos anos depois do final da série nessa febre (bem-vinda) de revivals de sucesso, terminou com um super suspense sobre o que teria acontecido com Mulder e Scully após a epidemia e o raio de luz. E é aí – sem spoilers –  que Chris Carter demonstra o grande gênio que é no momento em que consegue dar uma solução satisfatória, e que principalmente abre infinitas possibilidades para a continuidade da mitologia, sempre tão querida pelos fãs. E como é esperado, os vilões não são os extraterrestres, o desconhecido, e sim os homens do poder.

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Eu vi os dois primeiros episódios numa sessão  especial para a imprensa. O primeiro, que vai ao ar hoje, chamado My Struggle III é brilhante. Difícil entrar em detalhes sem estragar uma bem-vinda surpresa. O que se pode dizer é que há mais gente, além de Mulder e Scully, que quer saber o paradeiro do filho de ambos, William, e que o destino do mundo pode depender dessa informação. Uma coisa eu tenho certeza, uma revelação vai deixar muita gente brava logo no final (tenho esperança que isso seja desmentido mais para a frente. rs). O segundo episódio, que será exibido na semana que vem, chamado This, faz uma homenagem aos Pistoleiros Solitários.

Um dos grandes destaques de Arquivo X sempre foi a química entre David Duchovny e Gillian Anderson, como Mulder e Scully. E, felizmente, ela continua lá, talvez até mais forte. O que me deixa feliz é que Chris Carter parece que finalmente resolveu deixar de lado a ideia tonta de separar os dois. Está tudo lá de novo, a amizade, o comprometimento, e sim, o romance. Daquele jeito Mulder & Scully, sem fofuras e beijinhos, mas sempre com um olhar sexy,  e uma ironia bem colocada, que desafia todos os tipos de definições.

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O ponto triste de tudo isso é que provavelmente essa será a temporada final, já que Gillian Anderson declarou que essa foi sua última vez como Dana Scully. E, como a gente já viu no passado, Arquivo X pode até sobreviver sem Mulder, mas nunca sem Scully!

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