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O suspense de Escape Room nos cinemas

Pessoas envolvidas num jogo de vida ou morte vem sendo tema de filmes há quase 50 anos no cinema. Acho que o primeiro que me lembro do gênero foi o ótimo Jogo Mortal, com Laurence Olivier e Michael Caine, de 1972. Ele foi refeito em 2007 com Michael Caine assumindo o papel do homem mais velho, e Jude Law no do mais novo. Desde então, o cinema continuou nesse gênero até chegar na violência total dos filmes da franquia Jogos Mortais. Eu confesso que não sou fã desses. Tantos membros decepados ao vivo e a cores não fazem minha cabeça. E agora, chegou aos cinemas essa semana Escape Room.

A História

O filme dá continuidade nessa tradição de  um grupo de estranhos, que são reunidos em um local, para disputar  um prêmio. Seis pessoas são testadas em sua inteligência e habilidades em uma sala de fuga. Só que, numa virada inesperada, e assustadora, eles descobrem que só têm uma hora para resolver os enigmas necessários para escapar vivos do local.

A Opinião

Em Escape Room, há mortes, mas pelo menos a parte da tortura física não existe como em Jogos Mortais. Há mais uma tortura psicológica, o que torna o filme mais interessante. Obviamente, a audiência fica tensa conforme o jogo vai prosseguindo. O elenco é médio. Tem uma atriz ótima e conhecida, que é Deborah Ann Woll, de True Blood e Demolidor. Mas ela não tem muita chance de demonstrar o quanto é boa.

Mas a atriz principal é Taylor Russell, a atriz que foi Judy Robinson no reboot de Perdidos no Espaço, lançado no ano passado. Ela estava melhor na série. Outra figura conhecida é Logan Miller, de Como Sobreviver a um Ataque Zumbi, Com Amor, Simon e Antes que Eu Vá. 

O filme é melhor que Jogos Mortais, mas não muito melhor. Ele, inclusive, teve seu lançamento adiado em alguns territórios. Isso foi porque cinco garotas foram mortas em uma atração de Escape Room na Polônia na época programada para sua estreia.

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