O poder da história real de O Que Te Faz Mais Forte

Em 2016, estreou nos cinemas o filme O Dia do Atentado, estrelado por Mark Wahlberg como um policial. O filme mostrava o atentado da Maratona de Boston do ponto de vista da caça aos terroristas. Naquele filme, que é muito bom, um pequeno papel, feito pelo ator Dan Whelton, mostrava uma das vítimas do ataque, que havia perdido duas pernas na explosão das bombas. Agora, chega aos cinemas a história desse homem, Jeff Bauman, no filme O que te faz mais forte, com Jake Gyllenhaal no papel principal. É um drama daqueles, para levar o lenço para os cinemas.

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O filme é baseado em um livro da autoria do próprio Jeff Bauman em conjunto com Bret Witter. Conta a história desde o momento em que Jeff decide ir a maratona de Boston com o objetivo de reconquistar sua ex-namorada, Erin, que estava participando da corrida. Mas quando as bombas explodem, ele está bem perto de tudo, inclusive sua ajuda é primordial para que um dos terroristas seja preso. Só que perder as duas pernas é um grande fardo para ele. Mesmo com a ajuda de Erin e o apoio de sua família,  ele não consegue se enxergar como o herói que todos dizem que ele é.

O filme é obviamente triste, e difícil em diversos momentos. Acompanhar a luta de Jeff para se manter são,  e especialmente para se adaptar à sua nova realidade, é sofrido. E ainda mais com a interpretação sempre superlativa de Jake Gyllenhaal. Será que existe um ator mais injustiçado em Hollywood? Onde a lista do Oscar esquece uma atuação como essa  e prefere Daniel Kaluuya (por Corra!)? Inconcebível e incompreensível, no meu ponto de vista.

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O filme ainda tem a s boas atuações de Tatiana Maslany, de Orphan Black, e Miranda Richardson, como a insuportável, mas amorosa, mãe de Jeff. Mas o que realmente me impressionou foram os efeito especiais, que mostram de forma perfeita a ausência das pernas em Jake Gyllenhaal. Trabalho realmente incrível, especialmente quando ele anda com as  próteses. Repare bem!

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No final, obviamente, o filme não é para todos os públicos, mas é uma bela história, ainda mais por ser real.

 

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