fbpx

Mais uma forma de ver Deadpool em Era Uma vez um Deadpool

Difícil dizer o que acontecerá no futuro com Deadpool, com a compra da Fox pela Disney. Isso porque, apesar de fazer parte da Marvel, o anti-herói , politicamente incorreto ao extremo, fazia parte de um acordo com a Fox, assim como os X-Men. Com a fusão, será que a Disney, normalmente toda certinha, deixará que Ryan Reynolds “pinte e borde” como Deadpool no futuro? Então, depois de um primeiro filme brilhante, Ryan fez um segundo, que é legal e divertido. A diferença é que agora esse conteúdo está sendo espremido ao extremo, para render ainda mais dinheiro para o estúdio/produtor.

Primeiro foi o lançamento de Deadpool 2 – Edição do *&#@$%@, versão estendida disponível nas plataformas digitais, que traz 15 minutos de cenas inéditas do segundo filme do herói . Mas não é só. Estreou nos cinemas esta semana uma outra versão de Deadpool 2 , essa, em tese, dedicada à família. Segundo Ryan Reynolds disse em entrevista ao site Deadline, “a Fox pediu uma versão leve de Deadpool, basicamente, desde o começo de 2006. E eu disse ‘NÃO’ desde 2006. Agora, uma única vez, eu disse ‘SIM’ com duas condições. Primeiro, uma parte dos lucros tinha que ir para a caridade. Segundo, eu queria sequestrar Fred Savage. A segunda condição demandou algumas explicações… ”

Homenagem para A Princesa Prometida

Com o título de Era uma vez um Deadpool, o filme usa o princípio de A Princesa Prometida. Para quem não conhece (como assim?), o filme mostrava um avô (Peter Falk) que contava para seu neto (Fred Savage, na época com 9 anos) a história de uma linda jovem(Robin Wright), que é apaixonada por Westley (Cary Elwes). Só que ela é raptada pelo príncipe Humperdinck (Chris Sarandon). E o jovem sai em busca de seu grande amor com a ajuda de Inigo Montoya (Mandy Patinkin), Vizzini (Wallace Shawn) e Fezzik (o falecido Andre the Giant). O filme  de 1987 é cult até hoje.

Em Era uma vez um Deadpool, o mascarado sequestra Fred Savage, o coloca no cenário do quarto de A Princesa Prometida, e faz o papel do avô para contar a história de Deadpool 2, numa linguagem, digamos, mais acessível para crianças – ou seja, sexo e palavrões são bem reduzidos. E toda a parte “homenagem” é ótima, especialmente para quem ama A Princesa Prometida, como é o meu caso. Já a história de Deadpool 2, para quem já viu a versão completa, fica meio sem graça. Entretanto, como o filme, mesmo assim, é legal, você acaba relevando. Para saber mais sobre o original, veja a crítica aqui.

Cena pós-crédito

E fica uma dica. Tem uma cena no meio dos créditos, mas não é só. Fique até o final de tudo, pois tem uma emocionante imagem para Stan Lee. Quem diria que um dia um conteúdo de Deadpool me faria chorar? Essa homenagem fez! Vale a pena esperar.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *