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A viagem de Christopher Plummer em Limites

Christopher Plummer é um ator gigante. É incrível como se tornou um ator muito, mas muito, melhor em sua velhice, especialmente comparando com suas atuações quando era jovem – e lindo. Mas, com mais de 80 anos, ele se tornou um ator muito mais completo, sem perder o frescor, a simpatia, e a vitalidade. Depois de sua atuação indicada ao Oscar este ano por Todo o Dinheiro do Mundo (ele é de longe a melhor coisa do filme), chega agora aos cinemas mais um filme estrelado por ele (que já tem mais dois finalizados!!!), chamado Limites.

Em Limites, ele é Jack, um senhor que acaba de ser expulso de um asilo por seu mau comportamento. É então que sua filha Laura (Vera Farmiga), que tenta evitar o contato com ele a todo os custo, acaba tendo que aceitar levá-lo até Los Angeles para a casa de sua irmã. Mas o velhinho se recusa a ir de avião pois não quer se separar de seu carro. É então que Laura acaba concordando em ir com o pai, acompanhada de seu filho que tem problemas de relacionamentos com outras pessoas, e  de vários cachorros que ela vai resgatando na rua. Só que o que Laura não sabe é que, na verdade, Jack está levando um monte de maconha em suas malas, com o objetivo de fazer paradas no meio do caminho para “suprir seus clientes”.

O conceito de “filme de viagem” ou “road movie” é extremamente popular no cinema. Nesse caso, é um estudo sobre as relações entre as pessoas que estão fazendo uma viagem juntas, apesar de um monte de problemas dos sentimentos que sentem um pelo outro. E no caminho encontram outras figuras, igualmente diferentes e especiais, que farão com que cada um entenda um pouco mais sobre sua própria vida.

Obviamente o elenco é o grande triunfo do filme. Além de Christopher e Vera Farmiga, ainda há divertidas participações de Bobby Cannavale, Christopher Lloyd e até Peter Fonda (afinal, há maconha envolvida na história, rs). Também não se pode esquecer o excelente trabalho do garoto Lewis MacDougal, que já provou ser excelente em Sete Minutos depois da Meia-Noite.

 

Além disso, há os cachorros  e gatos adoráveis que Laura vai adotando no meio do caminho. Um mais fofo que outro, mesmo os mais feios. Mesmo sendo um pouco mais longo do que deveria, é um prazer ver todos esses atores fazendo personagens que só desejam ser aceitos do jeito que são. E terminar tudo com um sorriso no rosto, como no filme.

Todas as fotos são de divulgação.

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