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A análise da divertida comédia Sexo, Amor e Terapia, com Sophie Marceau

Lembro quando era adolescente de assistir algumas comédias francesas “apimentadas”, sobre todas as possíveis formas de sedução. Afinal, os franceses são famosos por isso. Depois de muito tempo sem ver outros exemplos do gênero, me diverti muito com Sexo, Amor e Terapia, que entrou em cartaz nos cinemas esta semana, depois de ter sido um dos destaques da edição deste ano do Festival Varilux de Cinema Francês.

Com direção de Tonie Marshall, tudo começa com a associação improvável de Judith (Sophie Marceau), uma mulher que vive abertamente a sua sexualidade, transando com quem tiver vontade; e Lambert (Patrick Bruel), um viciado em sexo que tenta justamente pensar em outra coisa e conter os seus desejos. Mas quando Judith passa a trabalhar como assistente no consultório de aconselhamento de casais de Lambert, a situação não será fácil para nenhum dos dois.

Sophie Marceau está o máximo, e linda como sempre aos 48 anos, no papel da liberada Judith. Parece se divertir muito com as cenas de comédia, tirando o melhor do roteiro. Apesar de ser um grande astro na França, Patrick Bruel é o ponto mais fraco do filme, um tanto distante do clima divertido do resto do elenco. A grande surpresa é a presença de Sylvie Vartan, uma das maiores cantoras da França, em uma participação inesperada e interessante. E parecendo inclusive mais jovem que Bruel.  Há até uma piada sobre isso. Veja na cena abaixo, que o Blog de Hollywood publicou exclusivamente ontem (19):

A guerra dos sexos já foi mostrada das mais diversas maneiras no cinema. Algumas, inclusive de maneira brilhante. Sexo, Amor e Terapia consegue divertir sem compromisso, especialmente um público mais velho, e de uma forma diferente e bem mais “liberada” do que os similares do cinema americano. Vale o ingresso.

 

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